segunda-feira, outubro 17

E quando tudo parece querer dar errado?

Este é um desabafo escrito há imenso tempo. Mesmo que não tenha surgido recentemente, gosto sempre de repensar o quão importante é dar a volta à situação, seja ela qual for...

Aqueles dias em que estamos irritadas são sempre os piores dias. Parece que, nestes dias, os nossos filhos lembraram-se de nos irritar ainda mais, e o marido, em vez de ajudar, lembra-se de ficar doente.
Aqueles dias em que estamos irritadas, parecem também os mais cansativos. Parece que o cansaço se apodera de nós, quer a todo o custo derrubar-nos, e fazer-nos desistir do nosso dia.
Mas, somos nós quem optamos pelo caminho a seguir: ou deixar que isso nos derrube, ou tentar dar a volta por cima, e provar que, mesmo nesses dias, quem manda somos nós.

Ser mulher não é uma tarefa fácil, não é a tarefa mais simples do mundo. Os homens acham-nos complicadas, e nem sabem o que vivemos na pele, a cada dia que passa.

Para além da constante inconstância que nos assiste, somos sim o sexo mais forte (pumba, 1-0, ganhamos nós!). E por isso, principalmente nós, mães, sabemos muito bem que se não dermos a volta por cima, ninguém vai dar. E, confessemos, por muito que se diga que não somos insubstituíveis, não gostamos nada que nos substituam na nossa frente.

Assim, mesmo de arrasto, com os nervos à flor da pele, com a maior vontade de atirar tudo pelo ar, e dar meia volta ao mundo a correr, respiramos fundo, pensamos duas vezes e continuamos as tarefas que tínhamos planeadas...

Isto sim, é viver. Isto sim, é ser mãe e mulher...

Quem nunca passou pelo mesmo? O que fazem nestes dias? Dão-se por derrotadas e esperam outro dia ou dão a volta por cima?

Bom dia e Boa Semana!

Acordamos com cenário de chuva. Mas, espero que os vossos corações se encham de calor para esta semana que começa.

Por aqui, estamos de coração quente, e com mãos e olhos nos preparativos para o nascimento da nossa princesa.

Estamos no 3º Trimestre, e as emoções começam a ficar ao rubro.

Que comece a contagem decrescente.

Vem depressa, mas sem pressa. ;)

Desejo-vos uma ótima semana.

(Prometo que esta semana irei colocar a leitura em dia pelos vossos cantinhos. A energia não tem abundado por estes lados, face a tanta coisa que há para fazer... Mas, com foco irei conseguir dar conta do recado ;))

Até já!

Beijinho,


sexta-feira, outubro 14

Halloween: DIY para os mais pequenos

O Halloween aproxima-se. Apesar de (ainda) não ser tradição a sua comemoração em Portugal, alguns infantários e escolas têm por hábito assinalar o dia com algumas atividades e decoração a rigor.

Por norma, cá em casa, também gosto sempre de fazer qualquer coisa alusiva à data com o Gabriel.

Este ano, pesquisei dois tipos de ideias: as conhecidas DIY, mas em modo bem simples, para que quem tiver filhos mais novos também as possa recriar; e atividades mais elaboradas, que apresentarei daqui a uns dias.

Ficam 15 sugestões de atividades que podem fazer com os vossos filhos. Mesmo que ainda sejam pequeninos, poderão realizar com eles as atividades que envolvem a colagem ou pintura. Os recortes, esses ficam por vossa conta, para termos a certeza que ninguém se magoa ;) 

Espero que gostem...

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quinta-feira, outubro 13

Tarefas domésticas para crianças dos 6 aos 8 anos

Com a rotina da escola a ficar cada vez mais interiorizada e, com a gravidez a avançar, está na altura de repensar as tarefas domésticas do Gabriel.
Ele está com 7 anos e, apesar de ir ajudando em várias tarefas, não o faz de forma sistemática.
No entanto, e para não coincidir com a chegada da mana, quero ajudá-lo a perceber o quão é importante a sua contribuição no dia-a-dia.
Estive a rever a informação sobre as tarefas domésticas que na sua idade é capaz de fazer e resumi-as no pequeno quadro que vos apresento.

Se tiverem filhos entre os 6 e os 8 anos, eles serão capazes de contribuir em diferentes tarefas, e assim, colaborar na gestão da casa.

É muito importante que eles se autonomizem e entendam que as coisas "não caem do céu".
Nesta idade, o interesse pelas tarefas domésticas pode diminuir drasticamente. Quando eles são mais pequeninos, gostam imenso de colaborar, mostrar que são capazes de colaborar nas tarefas que nos vêem a realizar todos os dias.
Quando crescem, o foco deles muda para outras atividades. É sempre mais divertido brincar, ver tv, jogar futebol ou dar umas corridinhas, ao invés de cuidar do quarto, da roupa, ou até mesmo de outras tarefas simples lá em casa.
Por isso, como pais e responsáveis que somos, devemos parar, refletir onde e de que forma podemos introduzi-los na gestão doméstica, e responsabilizá-los por isso.

Não existem pais perfeitos, filhos perfeitos (exceto o meu, ahah) e não existem rotinas perfeitas. Existem sim pais responsáveis e conscientes que, de vez em quando, param para repensar sobre as suas responsabilidades.

Por isso, Gabriel, prepara-te que a mamã vai atacar! ahahah