segunda-feira, outubro 31

Cale a boca, ninguém lhe pediu opinião!

Quantas vezes somos confrontados com opiniões alheias? Quantas vezes somos julgados, criticados ou aconselhados por pessoas a quem não pedimos opinião?!
Seja qual for o assunto ou situação, o português tem sempre uma palavra a dizer. Bom português que se preze é aquele ser que tem sempre algo a acrescentar.
Qual concordar qual quê?
É necessário dar opinião, tim tim por tim tim.
Mas, esta opinião alheia chega a ser demais!

Pessoas oportunas, que as inoportunas de gema não têm emenda. Entendam bem a diferença entre "o que achas sobre isto?" ou "eu acho que vou fazer isto."
São coisas completamente diferentes, não são?

Agora, pessoa oportuna, se por vezes foste inoportuna, repete três vezes: não vou mais dar opinião ou conselho sem que me peçam tal coisa.
Repetiste?!
BOA!
Então, vê lá se te acalmas e da próxima vez, volta a repetir em voz baixa antes de abrires a boca.

Detesto pessoas que dão opinião sobre a minha vida. Quando preciso de alguma opinião, questiono sempre: o que achas?!
Se não o fiz, esquece! A tua opinião não interessa e, por isso, estarás a deitar conversa fora se decidires abrir a boca.
Aliás, para além de deitar conversa fora, estás a contribuir para que da próxima vez tenha ainda menos vontade de conversar sobre seja o que for.

Tenho dito.

Esta mensagem não é escrita a pensar em ninguém em especial, porque quem é especial merece uma palavra de apreço ou agradecimento. É escrita a pensar em todas as pessoas e situações com as quais já me deparei, e para as quais não terei paciência, no futuro.

Sejamos todos oportunos. Cada um sabe de si.

Fonte

Boa Semana

Bom dia!

Todos os inícios de semana são especiais.
Esta semana não será exceção e promete aumentar o ritmo.
Com um feriado pelo meio, e imensos compromissos, estou ansiosa e curiosa para saber como irei aguentar...
Mas, o otimismo está ao rubro.
Por isso, vamos lá começar a semana!

Boa Semana para todos vocês!

E, para quem for o caso, um Halloween Muito Assustador!


domingo, outubro 30

Ser mãe jovem...

Várias vezes, nos confrontamos com desabafos e opiniões sobre as mulheres que engravidam jovens, sobre aquelas que, ainda não tendo terminado o ciclo de estudos, se tornam mães.

Eu sou uma dessas pessoas. Quando engravidei pela primeira vez, ainda estudava. Frequentava o curso pelo qual sou apaixonada: Terapia Ocupacional. Abdicar dele nunca seria uma possibilidade. Mas, abdicar do meu filho muito menos.
Como acontece com a maioria, existiram críticas, julgamentos, foram levantados falsos moralismos.
No entanto, cada um deles, morreu exato momento em que nasceu.
Nunca dei valor a nada do que ouvi dizer. Estava consciente que a minha vida iria mudar e, mesmo não sabendo ao certo de que forma e em que medida isso iria acontecer, estava decidida.
O bebé tinha mãe, pai, uma casa. Tínhamos aquilo que qualquer bebé precisa para nascer: amor, muito amor e muita muita união. O que poderia pedir mais?!
Assim, resolvemos que o nosso pequenote iria ser o nosso bem mais precioso.
Estudei grávida. A ternura e amabilidade com que as minhas colegas de curso me receberam e apoiaram durante todo o tempo foi incrível. Não existem palavras para descrever o carinho que senti durante todo o tempo.
Os professores, pelo menos a sua maioria, estavam disponíveis e sempre muito acessíveis, e compreensíveis para comigo.
Apesar disso, não quis um tratamento diferenciado. Fui a todas as aulas, fiz todas as avaliações, e os estágios inerentes.
Não foi um percurso simples, obviamente que não. Mas, estava a construir dois dos meus maiores sonhos ao mesmo tempo. O que poderia pedir mais?!
O meu marido sempre me apoiou e isso, claro está, foi sempre um dos meus maiores pilares e forças.

Quando o Gabriel nasceu, e depois de entrar no Jardim de Infância, conheci dois tipos de mães: aquelas que compreendiam o fato de ser mãe nova, e conversavam comigo sem qualquer preconceito; e aquelas que "lamentavam" o fato de ser mãe nova. 

sexta-feira, outubro 28

Bodys personalizados e Originais

Hoje trago algumas ideias originais para os bodies dos nossos bebés.

Existem imensas formas de conseguirmos peças únicas para os nossos filhotes. Afinal, eles são únicos, não é mesmo?

São bodies personalizados, que poderão ser estampados em lojas próprias ou com material de estampagem, em casa.

Por cá, já me aventurei numa estampagem. Querem saber como correu? ;)


01

02

03

04

05

06

07

08

09

10

11

12

13

14