sexta-feira, junho 1

FELIZ DIA DAS CRIANÇAS

Hoje, tal como ontem, o dia é delas. Das crianças. Das nossas, das dos outros.
O dia é das crianças, e de todos aqueles que contribuem para a sua felicidade.
Hoje, o dia é das crianças, das que vivem felizes, das que nunca ultrapassaram dificuldades, mas também das que vivem com obstáculos, sejam eles quais forem.
Hoje, o dia é das crianças. Mas, o dever é nosso. É nosso o dever de colaborar para a sua felicidade, para o seu bem-estar. É nosso o dever de contribuir para a sua aprendizagem, para a aquisição das competências que necessitarão durante todo o seu percurso de vida.
Hoje, o dia é das crianças. De todas elas. O dia é delas, mas elas dependem de nós. Dependem do que fazemos para e por elas. Dependem do que lhes colocamos à disposição, independentemente da forma como isso acontece.
Hoje, o dia é delas. Tal como ontem e amanhã. O dia é delas e de todos nós. Que somos os principais responsáveis por elas.
Por isso, hoje, aproveitei este 5 minutinhos para vos desejar um DIA MUITO FELIZ. Que as vossas criança se sintam as mais felizes do mundo, e que vocês sejam os principais responsáveis por isso.
No futuro, elas só terão a agradecer...


As minhas crianças são as minhas maravilhas. Duas maravilhas que são parte de mim. E, pelas quais dou tudo, só para que sejam felizes.

quarta-feira, maio 16

A saga das vacinas nos bebés

Esta coisa de vacinar os bebés desde a nascença pode ser muito interessante, mas não é só um martírio para os bebés. Nós, pais, também sofremos horrores com as vacinas. Até parece que nos dói mais a nós do que a eles. Pelo menos, eles choram e depois acalmam, enquanto nós, continuamos a encolher todas as partes do corpo e a arrepiar cada pelinho cada vez que a enfermeira lembra que a próxima vacina está para breve. Até me dá arrepios só de pensar. 
A última vacina da Estrela foi a semana passada.
Lá nos posicionamos na cadeira, à maminha, para ver se a coisa corria melhor. Mas, mal a bata branca da enfermeira faz sombra, a Estrela já fica naquele impasse entre a vontade de mamar, de chorar e de fugir...
Escusado será dizer o filme que se seguiu: a mãe agarra com força, está pronta?
E, a mãe, no caso, eu, mesmo não estando pronta nem preparada, lá teve que ranger os dentes para segurar o braço da pequena com aquela força estranha que as mães fazem nestas alturas. Não sei se vos acontece, mas fico meio paralisada entre a vontade de fazer muita força para que a pequena não se mexa e o medo de a magoar com força demais. Felizmente, as enfermeiras já estão preparadas para as mães mais medricas e fazem a parte que lhes compete, e a coisa fica resolvida.
Esta é daquelas partes que dispensava fazer, e na maioria das vezes, o pai assegurou este trabalho ingrato. No entanto, desde que li que dar mama durante a vacina ajudava a atenuar a dor. E, verdade seja dita, maravilhosa partilha que entrou na nossa vida. A mamita fica lá disponível para acalmar a dor e o sufoco da filha e da mãe.
E, entre mimos, a Estrelinha lá se acalmou. Não será para muito tempo, uma vez que em menos de 3 meses repetimos a dose. Mas, até lá, vamos esquecer o episódio e pensar que já passou...

(E, um dia, quando a Estrelinha crescer, poderá saber algumas coisas que aconteciam quando era bebé. Registo após a toma da vacina Bexsero, 1ª dose. Estrela. 16 meses. #DiáriodaEstrelinha).

terça-feira, maio 15

Família. All we need a family.


Família…
Nem todos têm uma. Mas, deviam.
Família, aquele conceito intemporal. Cada uma define-o à sua maneira, de acordo com as suas convicções.
Muito poderia dizer sobre a família. Poderia relatar várias experiências maravilhosas, ou simplesmente fazer-vos desacreditar dela. Poderia falar-vos sobre famílias perfeitas, aquelas cuja simbiose entre a compreensão e as exigências do dia-a-dia, parecem resultar da melhor forma; ou sobre aquelas que se movem através de um ideal; ou ainda sobre as que agregam numa só pessoa o maior pilar da sua existência… Poderia falar-vos desde as famílias pequenas às mais numerosas. Sobre aquelas que nada nem ninguém derruba, ou sobre aquelas que desmoronam ao primeiro obstáculo. Família… são tantas e tantas as famílias que existem, que poderíamos escrever um livro, relatando histórias sobre cada uma.
Hoje, no dia da família, não poderia deixar de escrever um pouco sobre este tema. Um tema profundo na minha história de vida. Um tema profundo na história de vida de qualquer um. Hoje, sou parte do alicerce de uma família: a minha. A família que jurei constituir com a outra metade de mim. Ser família é ser o pilar. É estar sempre na base, caminhar em direção a objetivos comuns. É dar a mão, segurar com força, erguer e reerguer a cada abanão. Ser família é ajudar, cooperar. É dar sem esperar nada em troca. É estar presente, mesmo que a vontade seja de estar ausente. Ser família é saber escutar. É conhecer o melhor e aceitar o pior de cada um. É mostrar afeto, compreensão. Ser família é respeitar que nem sempre somos iguais. Ser família é aceitar a diferença. E, apoiar, mesmo assim. Ser família é ensinar sobre o mundo lá fora. É deixar viver. É ir e voltar. É o porto de abrigo. Ter família é ter o maior espetáculo de todos, aquele que começa com amor e termina no calor de um abraço. Ser família é ser transparente. É ser fiel. É ensinar. É partilhar. É dar e doar: o que temos, o que somos. Ser família é acreditar. É ter esperança. É crescer, evoluir. É permitir, debater, concluir. Ser família é ser um elo. É querer viver em harmonia. Ou, pelo menos tentar. Sempre. É não desistir. Ser família é ser sincero. É olhar nos olhos e mostrar coragem. Persistir. Ambicionar em conjunto. É construir uma história. Ser família é ter a possibilidade de criar novos capítulos, decorando cada história com os cenários preferidos. É contornar os imprevistos e acrescentar amor a cada página. Ser família é ser eu e tu. É sermos nós. É duplicar o amor, as vezes que desejarmos. Ser família é ser mais do que tudo isto. Mas, ao mesmo tempo, é apenas ser. Não precisar de parecer. Nem de querer saber dos outros. Apenas de nós, dos nossos. Ser família é não ser obrigado a ser nada, mas ao mesmo tempo, ser tudo. Ser família é ser especial. É ter um compromisso, sem obrigação. Ser família é maravilhoso. E não é preciso ser perfeito. É ser capaz de pedir perdão e saber ultrapassar. É viver lado a lado, e ser feliz do seu jeito.
Sou muito grata pela família para a qual vivo, e à qual me dedico, todos os dias com ambição, carinho, amor e compreensão. Sou muito grata pela família que cresce comigo a cada dia e que escreve no livro da vida as melhores histórias de amor…
Amo-vos, do fundo do coração.