Este mês não partilhei convosco a Blogazine, mas não pensem que me esqueci.. Estava só à espera das férias letivas, porque o artigo deste mês é mesmo sobre isso: "AS MÃES NÃO TIRAM FÉRIAS!" Leiam tudo e deixem a vossa opinião sobre este e outros artigos
quinta-feira, junho 28
segunda-feira, junho 25
Vamos falar sobre o patriotismo durante o Mundial?!
Hoje
estou num daqueles dias que precisava escrever. Se todos os dias, escrever faz
bem à alma, hoje é daqueles dias que poderia passar o dia a escrever (não
tivesse nada mais para fazer…) que teria sempre assunto para debitar. Há dias
assim e, por isso, vamos lá dar corda aos dedos e teclar aqui meia dúzia de
verdades (e, como em tudo, são meras generalizações de algumas coisas, claro
está que nem tudo é assim, mas nem tudo está completamente errado).
Aproveitando
que foi dia de jogo do Mundial e o patriotismo está ao rubro.
Muitos
são os corações que saltam e batem forte nesta altura do campeonato. De 4 em 4
anos, muita gente se lembra de tirar a bandeira da gaveta e a hastear ao vento,
à chuva e ao sol (que neste tempo que corre tudo pode acontecer).
Durante
este tempo, ouvem-se as pessoas felizes e contentes, a dar pulos de alegria a
cada golo de Portugal. Vê-se gente que partilha um amor gigante pelo país, que jura
a pés juntos que este é o melhor país do mundo, o mais belo (e mil e uma
qualidades mais)… E não digo que não, nem que sim. Nem conheço assim tantos países
para ter sequer ponto de comparação.
No
entanto, às vezes fico parva com esta bipolaridade que se cria com tudo e mais
alguma coisa. Muitas destas pessoas, que falam e gritam por Portugal como o
melhor país do Mundo, que partilham tudo e mais alguma coisa nas suas redes
sociais, são as mesmas que durante o resto do tempo se queixam das coisas que
correm mal, como sendo as piores do mundo.
Não
reclamo, nem comento concordar ou discordar com este tipo de atitude.
Observo,
como na maior parte das vezes, calada. Acho piada a esta coisa da popularidade,
da sociedade tipo rebanho. Basta que haja um motivo feliz que se propague pela
vizinhança e já todos queremos fazer parte dessa corrente. Temos que fazer
parte de tudo, não importa se hoje critico, mas se amanhã o meu vizinho falar que
aquilo é o melhor do mundo, quem sou eu para discordar? As pessoas até mudam de
opinião, não é mesmo? Por isso, bora lá atrás daquilo que está na boca do mundo.
Não me canso de partilhar, cada um faz o que quer da sua vida, cada um dá a
opinião que tem ou copia, cada um é dono de si. O que importa é serem felizes.
Mas, muitas destas atitudes demonstram tanta coisa…
O
mais importante é que sejam felizes… Não precisamos todos de apoiar a mesma
causa, nem precisamos todos de ser passivos em relação a outras. Não somos mais
ou menos felizes por perceber mais ou menos sobre um assunto. Não somos mais ou
menos felizes por concordar sempre com a maioria. Até porque, muitas vezes “a
maioria” é apenas uma “minoria” barulhenta…
Enfim…
Está
dito.
Não
morram pelo mundial, nem pelo Ronaldo, nem pelo Quaresma. Lutem e falem bem de
quem está perto de vocês. Explorem a vida dessas pessoas, questionando sobre as
suas qualidades e elogiem-nas em público. Partilhem as vossas amizades, falem
bem das vossas pessoas, agradeçam-lhes da mesma forma e com a mesma convicção
com que agradecem a cada jogador da vossa equipa ou seleção cada vez que marcam
golo (ou fazem outra coisa que a tal “maioria” partilha como uma das maravilhas
do mundo atual).
Enfim…
Apoiem-se uns aos outros como o fazeis pela seleção (ou outra coisa qualquer).
Boa
Semana para todos!
Sejam
MUIIIITOOOOO Felizes (em segredo ou não, mas sejam-no).
Com
amizade,
Lu
terça-feira, junho 19
Parabéns, meu AMOR MAIOR!
9
anos de história.
Há
9 anos nascias tu: o meu menino, o meu maior tesouro. Há 9 anos nascia eu: uma
mãe, o meu maior desafio. Há 9 anos nascia um novo alicerce na nossa (recente)
família. Nada acontece por acaso, dizem. E, tu vieste para nos provar isso.
Vieste para nos provar que o amor é a maior força da natureza. Vieste para nos
provar que somos ainda mais fortes do que imaginamos. Vieste para dar força às
nossas escolhas. Vieste para dar um valor ainda maior e valioso às nossas
vidas. Há 9 anos tu vieste para nos fazer crescer, para nos aproximar de quem
queria ficar por perto, para nos afastar de quem não nos fazia falta. Há 9 anos
atrás tu nasceste e, contigo, vieram mil e um motivos para querermos ser mais
fortes, melhores todos os dias. Tu deste vida às nossas vidas, acrescentaste
sonhos aos nossos sonhos. Trouxeste a grandiosidade e a imensidão. Trouxeste a
capacidade de apreciar ainda mais as pequenas coisas da vida…
Gabriel,
se tu soubesses o que significa este dia, talvez compreendesses uma milésima
parte daquilo que sinto sempre que penso em ti como o meu primeiro filho. Tu és
o meu menino. Serás sempre. Ter a oportunidade de ver-te crescer durante estes
9 anos tem sido a experiência mais incrível da minha vida. Por mais difícil que
seja de explicar, há 9 anos atrás, nascíamos os dois. Não poderia desejar outra
forma de entrar na maternidade do que tê-lo feito contigo nos braços. Tu és um
filho incrível, um menino com um coração do tamanho do mundo, um menino muito
inteligente, perspicaz, meigo, brincalhão, e um tanto quanto maroto. Apesar de
teres a capacidade de me tirar do sério, acredita que por ti dou tudo o que
tenho e o que não tenho, só para te ver feliz.
Sei
que tens a delicadeza de uma flor e a força de um leão. Sei que aprecias o som
do vento, mas tens sonhos do tamanho do sol. Sei que és maroto, mas que
compreendes a importância de ficar calado.
Gabriel,
quero que saibas que te desejo a realização de todos os teus sonhos. Dos
pequenos e dos grandes. Desejo que completes cada dia da forma mais feliz
possível e que possas continuar a acreditar nas pequenas coisas mágicas da
vida. Ser feliz não é para todos, é para quem sabe aproveitar a vida. E desejo
que continues a dar-lhe valor, todos os dias. Agradece por aquilo que tens, por
aquilo que és. Serás ainda mais especial, e mais feliz.
Gabriel,
desejo-te as MAIORES FELICIDADES. Não prometo dar-te tudo o que pedires, mas
prometo ajudar-te a alcançar tudo o que desejares.
PARABÉNS,
meu amor maior!
quarta-feira, junho 13
O dia em que a Estrela partiu o braço... [Diário da Estrela]
Era
domingo. 15 de abril de 2018, para ser mais precisa. A Estrela tomou banho,
deu-lhe o papá. Depois do banho, sai da casa de banho ao colo, porque tinha
caído. Ainda a tentarmos perceber se era choro de dor ou sono, a verdade é que acalmou
no meu colo.
Depois
de acalmar, continuamos a rotina para dormir. A noite foi igual a todas as
outras. Ora chora, ora adormece, ora volta a chorar e depois a adormecer
novamente, até ser hora de levantar… A segunda-feira decorreu tranquilamente, e
a terça quase igual… Não fora o estranho movimento de “fuga” com o braço
esquerdo e nada seria diferente do habitual. Já não tirei o olho daquele braço
até chegar a casa e despir a camisola. Parecia inchado. O cotovelo estava
quente. Se inicialmente julguei que tivesse deslocado o ombro, agora parecia o
cotovelo. Ligo para a ama, mas não tinha reparado em nada de estranho no
comportamento dela. Nem eu. Tinha estado com ela na hora de almoço e nada.
Parecia bem, tranquila.
Levei-a
para o quarto dela, onde reparo que ela evita movimentos com o braço esquerdo.
Estava tudo estragado. VAMOS JÁ PARA AS URGÊNCIAS. Nisto, os meus sensores de
mãe-galinha-mega-hiper-preocupada-e-super-ansiosa-e-novamente-preocupada
entraram em ação e, mal o papá chegou fomos às urgências. Raio x feito e veio a
confirmação que até o médico surpreendeu: fratura do cotovelo. Solução:
engessar o braço durante 3 semanas! OMG! Caiu-me tudo. Coitadita da Estrelinha,
pensava eu. 3 semanas de gesso não será nada fácil. Aquele peso, aquela
dificuldade em mexer-se, segurar os brinquedos irá ser uma tormenta.
Chegamos
tarde. Ela adormeceu por exaustão. Portou-se lindamente para quem passou por
esta situação. Aguentou a dor durante 2 dias inteiros. É uma valente!
Na
manhã seguinte, as atenções estavam sobre ela. Na ama, teve todo o colinho e
carinho para ajudar a recuperar.
Mas,
a Estrelinha é tão especial que, no dia seguinte e no outro e no outro já
parecia que nada tinha acontecido. Mexia o braço como se o gesso sempre tivesse
feito parte dela. Mexeu de tal forma que tivemos que regressar 2 vezes à
urgência por ter quebrado o gesso!! Bem… No final o mais importante é que ficou
bem, a fratura consolidou e aposto que, não fosse este relato e algumas
fotografias, e ela nunca saberia que em bebé tinha partido o braço.
Tão
pequenina e já com dor de cotovelo, hein… Quem diria, menina Estrela… ahahah
(isto é para que ela um dia se recorde de como tudo aconteceu). E, para vocês
que acompanham o blog, é o relato de mais uma história. Talvez haja por aí
alguém que, como eu, não fazia ideia que se podia andar com ossos partidos e
não se queixar.
Boa
noite.
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