segunda-feira, novembro 19

Boa Semana!

Que seja feliz, pois intensa será com toda a certeza. E que tenhamos capacidade para a encarar de forma leve.



quarta-feira, novembro 7

Novembro, um mês de reviravoltas

Este mês entrou com grandes mudanças. Mudanças em tudo o que não estava planeado, pelo menos para já e desta forma.
But, keep going...

No meio de tanta agitação, precisava de um bocadinho para escrever sobre esta coisa de ser genuíno, no meio deste mundo de gente.... falsa.
Felizmente, tenho boas pessoas comigo, e a essas envio mensagens de agradecimento por fazerem parte da minha vida. Às restantes, como nada mudaria nada em dizer-lhes exatamente aquilo que mereciam ouvir, nem me dou ao trabalho. Mas, escrever ajuda a relativizar as coisas e a diminuir a vontade de tanta coisa que dá vontade de lhes fazer...oops!

Se há coisa que me mete confusão - e que não passo a vida a comentar - é a questão do oportunismo. Infelizmente, há tantas pessoas oportunistas, que por muito que queira não consigo ficar calada. Estamos rodeados delas. Por isso, cá vai uma listinha de pessoas que não fazem parte do meu grupo de pessoas especiais, mas das banais.

Detesto quando sinto que as pessoas só valorizam alguém pelo status social, pela profissão que exercem, pelo local onde trabalham, pelas pessoas com quem privam,...
Não consigo aceitar que haja pessoas para quem pouco importa quem tu és, mas sim o que demonstras ser.
Não consigo aceitar quando as pessoas não se importam com os teus gostos, mas interessam-se pelos cargos que ocupas.
Não consigo aceitar que haja pessoas que te desvalorizam, mas quando precisam de ti, te colocam num pedestal.
Detesto quando as pessoas tentam mostrar mais conhecimento, com longos e belos discursos, cheios na forma, mas vazios no conteúdo.
Detesto quando desvalorizam a opinião de quem apenas quer ser correto e fiel aos seus princípios, só porque querem dominar.
Detesto pessoas medíocres, que não querem saber de nós, mas quando dá jeito são os primeiros a mostrar que estão ali.
Detesto falsidade. Odeio oportunismo. Posso conviver com isto, mas não sou obrigada a aceitar.

E por hoje chega. Detesto tantas coisas, mas felizmente adoro muitas mais. :)

Boa noite.
E entramos naquela fase em que toda a gente mostra o seu lado bom e solidário.

quarta-feira, outubro 24

Quando vir alguém a amamentar apenas sorria


Fico tão triste quando vejo partilhas de mães que são criticadas por amamentar. Quando alguém partilha uma crítica é porque esse comentário foi maldoso o suficiente para lhe fazer mal. E, se faz mal não devia estar ali. Foi despropositado. Foi abusivo. E tudo o que é abusivo deve ser repugnado. Felizmente, tenho tido a sorte de não ter sentido ainda esse tipo de comentários ou a frieza suficiente para lidar com eles e não os levar comigo. Mas, custa-me pensar que ainda somos pequeninos ao ponto de apontar o dedo para algo tão natural como é amamentar.
Ao invés disso, as pessoas deviam apontar o dedo quando falta a informação, o suporte e o carinho que fazem falta a uma mãe para que ela dedique o seu tempo e amor a amamentar o seu filho. As pessoas deviam apontar o dedo a elas próprias, e ao invés de criticar, tentar compreender, apoiar, partilhar bons exemplos. O tempo que perde a julgar por maldade é o mesmo que ganharia se desse uma palavra de apreço ou apenas deixasse um sorriso. Ganharia muito mais, talvez um desabafo, talvez um sorriso de volta, talvez um obrigado porque, talvez naquele momento, aquela mãe apenas precisasse de alguém que a olhasse com carinho.
As pessoas não pensam no impacto das suas palavras, das suas ações. As pessoas andam demasiadamente preocupadas em obedecer a horários que muitas vezes não cumprem, a paradigmas imaginários, a correr atrás de uma felicidade que nem eles sabem muito bem onde encontrar. E, esquecem-se que podemos ser felizes com tão pouco e que, amamentar é sinónimo de felicidade. Quem não gostaria de a sentir?



domingo, outubro 21

A vida é uma estrada sem retorno

A vida é uma estrada sem retorno. Quem vai, deixa para trás pessoas, sonhos e bens. De nada nos vale colecionar bens, porque os únicos que sentirão a nossa falta são as pessoas.
O mundo precisa de pessoas mais humanas, sinceras, humildes, capazes de dar sem interesse, capazes de apoiar com firmeza. O mundo precisa de pessoas que alimentem pessoas, não bens. O mundo precisa de pessoas que deixem história na vida das pessoas, e não catedrais ou monumentos de si mesmas. O mundo precisa de pessoas que queiram ser apenas isso - pessoas.
A estrada da vida é de todos. Até um dia. Até ao dia em que deixamos tudo para trás.
O mais importante de tudo é colecionar momentos, acarinhar as pessoas especiais, ignorar o que não nos faz falta. O mais importante nesta jornada é o mais simples.