quarta-feira, março 27

Meus amores...

Meus amores,
Eu sei que o "nunca" não se deve dizer, mas podeis acreditar nisto que vos direi:
Nunca vos direi que é impossível, porque vale sempre a pena tentar.
Nunca vos direi que não vale a pena, porque todas as experiências nos fazem crescer.
Nunca vos direi que pensas errado, porque não há quem possa julgar o nossa forma de ser.
Nunca vos direi que os vossos gostos não são bons, porque os gostos são relativos.
Nunca vos direi que não sabeis nada, porque vocês podem aprender.
Nunca vos direi que não vos apoio, porque serei sempre o vosso maior apoio.
Meus amores... Nunca vos deixarei, mas prometo não vos sofocar. Prometo deixar-vos aprender, mas estarei aqui para vos ensinar. Prometo deixar-vos ir, mas estarei sempre aqui para quando quiserem voltar.
Prometo amar-vos e estar disponível para o que der e vier, para que possas ser felizes segundo a vossa vontade.❤️❤️



A imagem pode conter: 2 pessoas, pessoas em pé

terça-feira, março 26

Brinquedos úteis [Sugestão de terapeuta]


Já partilhei convosco que sou um bocadinho chata no que diz respeito a brinquedos? Saber escolher brinquedos de entre todos os que existem à venda nem sempre é tarefa fácil.
Pessoalmente, gosto de investir em algo que traga diferentes benefícios e permita o desenvolvimento de várias competências ao mesmo tempo. Desde o nascimento do Gabriel, sempre fui bastante exigente com a escolha dos brinquedos mais estimulantes e que valham, de facto, o preço. Um dia ainda vos mostro todos os brinquedos dele (que agora são dela)
Um dos brinquedos que deveria fazer parte de qualquer quarto de criança é a piscina de bolas. A quantidade de vantagens e brincadeiras que ela permite são incríveis.
Para além da motivação que qualquer criança possui ao olhar para uma e da diversão que é sempre garantida, ainda podemos promover diferentes competências, dependendo do jogo que propusermos.
Podemos promover competências ao nível da coordenação motora global, equilíbrio, coordenação óculo manual, interação social, percepção visual, dos sentidos, entre outras. Isto, falando em competências, porque a quantidade de aprendizagens são imensas: cores, atirar, agarrar, dar, segurar, esconder, mergulhar, rebolar, e por aí fora...
E, a partir de que idade podemos utilizar uma piscina de bolas? Eu diria desde que o bebé começa a sentar. O bebé pode sentar-se ainda encostado a uma das laterais da piscina, desde que apoiada sobre uma superfície que a mantenha estável e a partir daí há um mundo de cores e bolas para descobrir. Podemos aproveitar e colocar bolas de diferentes tamanhos e formas para que a exploração possa ser ainda mais enriquecedora.
Fica a dica ;)



Bom dia (com uma foto especial)

Bom dia!
Vale começar o dia com um #tbt destes dois?
Poucas são as fotos que me tiram as palavras. Esta é uma delas. Basta o que sinto para descrever o quão são especiais estes dois.




segunda-feira, março 25

Não, não há tempo para tudo!


Às vezes, acho que sou do contra. Quando percebo “correntes” na internet, ou temas que circulam de forma livre em vários locais, fico a pensar no que isso tem ou não de verdade. Hoje em dia, vendem-se muitas ideias pela internet afora, muitas das quais não são nada mais do que isso: ideias.
Para contextualizar a minha opinião (e já sabem que quero saber a vossa): Quando o Gabi nasceu (há quase 10 anos), não havia a quantidade de informação e partilha de lifestyle como existe hoje, especialmente em Portugal. Nos últimos anos, são cada vez mais as mães que aderem à internet para partilhar a sua experiência na maternidade… O que é extraordinário! Quantas mais partilhas de opiniões e ideias existir, mais facilmente compreenderemos que a nossa realidade não é única.
No entanto, por vezes, caímos na tendência de querer “vender ideias”. Entre todas as que existem, as que mais me intrigam são as que nos transmitem o equilíbrio e a perfeição.
Durante os primeiros anos do Gabi, eu era uma jovem cheia de força e determinação, que acreditava piamente que podia encontrar o equilíbrio e a perfeição em tudo, ao mesmo tempo. Sou perfecionista por natureza e sempre julguei ser capaz de mais e melhor, em tudo ao mesmo tempo. Aos poucos, fui percebendo que não era bem assim a realidade. Não porque eu não o conseguisse alcançar, não porque eu estava a agir de forma errada, mas sim porque esse equilíbrio e essa perfeição não existem. Não existem pessoas completamente perfeitas em todas as áreas da sua vida. Foi precisamente na internet, pelas partilhas extraordinárias de outras mães que percebi que não há um mundo (APENAS) cor-de-rosa após a maternidade. Não há. Não há forma de conseguirmos ter “tempo para tudo”, de estarmos sempre felizes e radiantes com todas as partes que constituem o nosso dia-a-dia. Assusta-me perceber que a necessidade de mostrar (ou provar) aos outros uma realidade perfeita pode levar outras mães a buscarem por algo que não existe.
Não se deixem enganar! Qual foi o dia em que conseguiram trabalhar 7 horas, tratar da casa, dar atenção aos miúdos, ter vida social, namorar com o marido e ainda cuidarem de vocês? Qual foi a semana em que isso aconteceu? Ouso ainda questionar em que mês isso aconteceu, sem terem que recorrer a ajuda ou a deixarem tarefas ou compromissos “para trás”?
O dia tem 24 horas e é obrigatório descansar. Por isso, são ainda menos as horas que ficam disponíveis para tudo o resto. Quem partilha “há sempre tempo para tudo” está provavelmente a partilhar um dia em que sentiram-se felizes por sair da rotina ou porque concentram a sua energia e dão prioridade a algo em particular.
Por isso, não há forma de “termos tempo para tudo”, estarmos sempre felizes e radiantes a viver um equilíbrio perfeito entre todas as coisas.
Tudo, na vida, é uma questão de perspetiva e prioridades. Nós sentimos felicidade em coisas que nos dizem muito. Por essa razão e por outras que nem irei mencionar, acabamos por sentir que o dia foi bom, mesmo que possamos sentir que “podia ter sido melhor”. Mas, esse resultado não traduz um equilíbrio entre todas as partes.
Espero ter transmitido um bocadinho sobre o meu ponto de vista.
Isto de escrever a meio da madrugada pode soar um bocadinho estranho.
E vocês já sabem que não costumo reler. Contem-me a vossa opinião sobre isto. É algo que gostaria imenso de saber…
Boa Semana!