sexta-feira, julho 5

Hoje voltei a respirar...

Hoje voltei a respirar. De alívio. De sorte. De alegria. Quem conhece estas riscas sabe que pertencem a um hospital. Hoje voltamos lá. Para saber o resultado final. E sim, foi mesmo o resultado final. Podia não ser. Mas felizmente este filme terminou. Esta aventura durou cerca de 3 meses. Por muito que a esperança existisse, havia um bocadinho de medo, posso confessar. Mas hoje, tivemos a certeza de que está tudo bem. E agora já posso falar sobre isso abertamente, sem aquele peso que nos perturba baixinho. Ufffa! Obrigada vida! Está tudo bem.🙏🍀❤️❤️❤️❤️



terça-feira, julho 2

Jogo para crianças mais velhas: FÁBRICA DA ESCRITA

Uma das coisas que considero muito importantes para o desenvolvimento infantil são os jogos infantis. O Gabi tem imensos. Podia falar sobre vários, mas vou deixar aqui um que é perfeito para as férias escolares. Sabemos que nas férias os miúdos não querem saber de TPCs nem de tarefas que estejam relacionadas com as aulas. Por isso, nada melhor do que estimular alguns conhecimentos com atividades lúdicas. Este é um jogo muito completo e com uma qualidade excelente.

Este jogo ensina sobre classificação de frases, nomeadamente sobre adjetivos, nomes comuns, verbos, entre outros. É um bocadinho complexo, mas poderá ser introduzido no 2º ano de escolaridade (dependendo do programa que cada turma completou). Mas será algo importante durante todo o ensino do português. 

O Gabi já o tem há 3 anos. Foi presente de aniversário. Entretanto, estive a procurar na internet se ainda se encontraria à venda e encontrei disponível na Bertrand. Deixo o link para o caso de quererem dar uma olhadela :)
(No site da FNAC aparece como indisponível. Não sei se pela procura ou por falta de stock.)


segunda-feira, julho 1

Sobre o que escrever? Porquê partilhar?


Hoje seria dia de partilhar convosco um bocadinho sobre a vida (a minha ou reflexões sobre ela). Em tempos, costumava partilhar desabafos sobre a vida à segunda-feira. Mas, neste momento, não sei ao certo o que quero fazer. Tenho mais de 50 textos que nunca partilhei (tirando os outros que nunca partilharei). Mas hoje não me apetece partilhar nenhum. Mas, ao mesmo tempo, apetece-me sentar e escrever. Escrever faz tão bem. Dizem que quem escreve pensa duas vezes. E eu acredito que sim. Já terminei parte das tarefas, mas precisava de 5 minutos para escrever. Então sentei-me, antes de continuar.
Penso sobre tantas coisas, mas às vezes não consigo exprimir nenhuma. A falta de tempo ofusca-me. Não sei se acontece convosco, mas comigo é frequente. Parece que quando paro 5 minutos para refletir ou agir, fico naquele impasse de não saber ao certo por onde começar. Ao mesmo tempo, sinto que estou a perder algo, porque tenho tantas outras coisas para fazer, para além de escrever. Mas preciso disto. Preciso parar. Talvez necessite de reaprender a retirar 5 minutos a cada dia para mim. Não para me olhar ao espelho, mas para traduzir em palavras o que sinto.
Este cantinho não é um diário, mas ao mesmo tempo é, também, uma espécie de um. E, enquanto tiver capacidade para refletir, ou simplesmente deixar fluir cada pensamento, partilharei convosco tudo aquilo que achar que devo. Seja com o intuito de me desafiar, ou com o intuito de deixar algum tipo de revolta enfraquecer. Sim, gosto de escrever e partilhar com diferentes objetivos: com o objetivo de me desafiar, com o objetivo de partilhar opiniões e trocar ideias. Estas nem sempre são maravilhosas ou sobre coisas espetaculares. Não escrevo para inspirar. Às vezes só quero escrever algo com o qual não concordo porque há discussões e pessoas que não valem o nosso tempo. Quando assim é, quando me revolto com algo prefiro escrever do que discutir. Há coisas e pessoas que nunca irão mudar. Ao escrever sobre essas coisas, acabam por perder força e importância para mim. E, por esse motivo, gosto de escrever sobre isso também. Gosto ainda de escrever sobre os meus filhos. O Gabi adora que o faça. Sei que fica feliz. Sente-se importante. Afinal de contas, como ele próprio diz “este cantinho nasceu por causa dele”. Gosto de escrever por escrever, mas apenas quando sinto o que escrevo. Não gosto de reler. Aliás, detesto reler o que escrevi. Gosto de escrever à primeira, como se estivesse a falar. Se não corrigimos constantemente o nosso discurso, para quê corrigir o que escrevemos?
Quero voltar a escrever sobre a vida e tudo o que ela implica, e partilhar convosco textos e histórias, chatas, lamechas e verídicas. Não traçarei um plano, nem farei disso um propósito, mas sempre que possível, poderão reler alguns desabafos ou generalizações algures por aí.
Espero contar com a vossa opinião, seja para concordar ou discordar. Todos temos uma opinião. Todas são verdade, cada uma à sua maneira. E por isso, trocar ideias é tão bom.
Vemo-nos por aí, algures. Tanto quanto possível à segunda-feira ;)
(Se existisse, este seria o plano, mas se não for segunda será um dia qualquer).



Olá, Julho: preparar para novas mudanças

Olá, Julho!

Todos os meses, a cada início, eu paro para pensar (bem, na verdade às vezes não paro, mas tento pensar na mesma, ahah).
Gosto de fragmentar cada etapa em fases mais pequenas, e fazer um balanço de tudo o que significa para mim.
Gosto de ponderar o que já é previsto acontecer, de gerir expetativas e traçar alguns objetivos.
Este mês de Julho marcará novas mudanças. O início e o fim de algumas coisas. De coisas concretas, mas também de coisas abstratas. Todos nós deveríamos fazer um esforço para mudar o que não está bem, para valorizar o que já está no ponto certo. Eu gosto de o fazer.
Apesar dos imprevistos que poderão surgir (todos os dias temos essa margem de imprevisibilidade na vida), este mês será de transição. E isso é bom. É bom porque a cada fim deverá acontecer um novo início. E, com ele, as esperanças renovam e os objetivos tornam-se mais próximos de acontecerem.
Este mês é ainda especial porque teremos acontecimentos de vida importantes, de pessoas especiais. E isso é de valorizar. As pessoas que nos fazem bem são e sempre serão parte do nosso alicerce e segurança.
Não tenho grandes expetativas para este mês, tenho algum receio até. Mas, vamos lá que o tempo não para.
Que seja um mês cheio de paz, compreensão e amor. Que a saúde não nos falte e que consigamos ser felizes, com as mais pequenas coisas.
Sejam felizes. ;)