segunda-feira, setembro 30

O último de setembro.

Este nono mês passou a voar. Mas foi um mês de setembro tão diferente do que estava habituada. Dei-me ao direito de ir devagar, de respirar fundo. Setembro marca, tantas vezes, o fim e o início de tantas coisas. Este ano quis que torná-lo diferente. Resolvi viver cada dia de forma leve. Na verdade, estava a precisar de me distanciar de algumas exigências. Na verdade, estava a precisar de abrandar antes de começar novamente. Talvez, às vezes, seja apenas seja necessário encontrar respostas, caminhando mais devagar.

Apesar do ritmo mais lento, tantas coisas boas aconteceram e só posso agradecer.

Por todas as pessoas que manifestaram carinho por nós.
Por todas as pessoas que partilharam comigo histórias e opiniões.
Por todas as pessoas que não manifestando o seu carinho, é possível senti-lo pela presença.
Por todas as pessoas que estão connosco nesta jornada de fazer o bem, de descomplicar a vida, de ser genuíno e coerente com os seus princípios.
Hoje não quero falar das coisas que me aborreceram. Quero que elas fiquem por aqui. Porque de nada servem.
Quero agradecer à vida por todas as oportunidades.
Viver não é ter a vida perfeita, mas tornar cada imperfeição num motivo para sorrir e para se superar.
Que a vida nos continue a permitir vivê-la.

Não "falarei" mais por agora. Podemos conversar amanhã? ;)



Bom dia!



Fonte

terça-feira, setembro 24

Bem vindo, Outono

Estará na altura de subsituir as camisolas sem mangas pelas de manga comprida?
Estará na altura de guardar o guarda-sol e colocar à porta de casa o guarda-chuva?
Estará na altura de colocar a manta quentinha no sofá?

O Outono tem um sabor especial.
Ele é o fim de tantas coisas, porque novas surgirão.




quinta-feira, setembro 19

Tenho uma mana, e agora? [Diário do Gabi]

Estava à procura de umas fotos específicas, mas depois de encontrar esta não consegui continuar.
Tinha que parar e escrever sobre isto. Não me recordo ou não se já o fiz.
Mas, esta imagem significa tanto que precisa ser transcrita e reescrita tantas e tantas vezes, que eu não tenha sequer hipótese de me esquecer.
Estaria eu grávida, e o Gabi na fase de escrever recados no frigorífico (Quem nunca?!).
Um dia, resolveu deixar esta mensagem. Não me consigo recordar dos pormenores, mas a mensagem continha tudo o que era para ele o amor.
Não lhe pedi nada, nunca tinha escrito nada deste tipo nem ele.
Para mim, foi um pequeno gesto que provou que realmente estava disponível em receber uma irmã, ou uma mana, como ele descreve.
O Gabi queria um irmão menino, e demorou para se conformar que seria uma menina. Mas, dá para perceber que não foi difícil apaixonar-se pela irmã mesmo antes dela nascer, pois não?
Hoje em dia, nota-se que ele a adora. Ui, se adora! E ela, para retribuir, só vê o mano à sua frente.
Que sejam sempre assim, amigos. Diferentes, confidentes, mas unidos. Porque de um irmão não se espera mais do que o apoio e amizade incondicionais.
Obrigada vida por estas experiências que fazem tudo valer a pena.