A dor... Se não transformarmos a dor em algo mais construtivo, ela destruir-nos-á.
Foi por muito pouco que a dor que vivi nos últimos anos não me destruiu. Em muito agradeço a quem esteve do meu lado e tem estado, porque sejamos sinceros, a dor não desaparece de um dia para o outro. Há situações e experiências que nos marcam para sempre, sobretudo aquelas cujo "outcome" não foi ou é impossível de reverter.
Hoje, a 30 de Novembro, de 2025, retomo ao primeiro local que me permitiu desafiar o meu receio de falar: o youtube.
Partilhei o meu primeiro vídeo aos 29 anos. Volto 10 anos mais velha, mais vivida, mais marcada, mais magoada também, mais experiente.
Espero muito ver-vos por lá!
E, já agora, se não for pedir muito, por aqui também :)


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