domingo, dezembro 17

Receita da Semana: Bacalhau com natas

Daqui a uma semana uma boa maioria de nós estará a comer bacalhau. Confesso que nunca fui grande apreciadora de bacalhau cozido, mas bacalhau com natas... Ui! Desde que descobri a receita da minha sogra, este passou a ser um dos pratos mais badalados cá em casa. Não devem haver amigos que ainda não provaram esta especialidade. (ahahah) É caso para dizer que esta é uma das receitas de família. :)

Por isso, hoje partilho convosco os passos para uma receita super simples, rápida e deliciosa.

Ingredientes:

Bacalhau desfiado
Cebola
Alho
Azeite
Pimenta
Batata frita palha
Natas
Molho Bechamél




Preparação:
1. Colocar, num tacho, o estrugido, e adicionar a pimenta, a gosto.
2. Adicionar o bacalhau desfiado, e ir mexendo o preparado até alourar.
3. Numa travessa de ir ao forno, colocar batata palha (1/3 da altura da travessa), o bacalhau, e novamente batata palha.
4. Por fim, acrescentar as natas, e cobrir com o molho bechamél.
5. Levar ao forno até alourar.
6. E, voilá! Está pronto a ser servido! Fácil, rápido e apetecível!!!;)




sábado, dezembro 16

Este Natal, ofereça gratidão

Todos os Natais, a história repete-se. Semanas antes dessa data, começa a correria aos melhores presentes. Seja a Black Friday, as promoções de fim-de-semana ou a oferta dos portes de envio em lojas online, tudo é feito da forma mais inteligente para aliciar-nos a comprar cada vez mais e mais. Parece que toda a preparação para esta data deve começar pela parte material (e quem sabe manter-se assim até ao fim).
Ainda antes de termos a lista de presentes bem definida, já andamos nós, a cuscar os folhetos que nos vêm parar às mãos, cheios de motivos natalícios, na esperança de encontrar o presente ideal. “Este era giro para a mãe, aquele para a sogra, aquele para aquele amigo, e estes para os filhos da vizinha da amiga que uma vez disse-me bom dia e estava tão mal disposta que agora até merece um presente, também…”
Todos os anos, esta história repete-se. Nota-se a diferença nos centros comerciais, pela multidão de pessoas que fazem fila nas escadas rolantes ou nas passadeiras. Vêm todos (ou quase) de lá com as mãos cheias de sacas enormes. Parece que quanto maior a embalagem, melhor o presente… O conteúdo dos carrinhos de compras, usualmente ocupado por legumes, frutas ou detergentes é substituído por caixas de presentes embrulhadas e empilhadas até à altura dos olhos. Parece que quantidade é sinónimo de qualidade. Parece mesmo que nesta altura do ano, ninguém come nada para além de caixas de presentes. Parece que mais importante do que a alimentação é conseguir trazer todos os presentes para casa. “Já comemos o ano todo, nesta altura do ano bem que podemos fazer uma pausa”.
Um mês antes do Natal, e já parece que o mundo esqueceu o quão maravilhoso é aproveitar o sol. Trocam-se os passeios à beira mar, pelos corredores do supermercado. Trocam-se os parques infantis, pelas longas filas de carro. Claro está, que o resto vocês já sabem. Quanto mais próximo está o Natal, maior o caos. Qual furacão Ana? Ou Bruno? Ninguém fica em casa quando se tem o Natal à porta. É necessário relembrar toda a gente, desde o familiar mais próximo ao vizinho mais distante, que no Natal podem comer caixas de chocolate Ferrero como se não houvesse amanhã, só para não fugir à tradição. E, na verdade, ninguém sabe se o mundo acaba no dia 31. Compramos, compramos, compramos. Compramos até a mais, porque podemos esquecer alguém. E, mesmo assim, nos dias antes do Natal, temos as obrigatórias compras de última hora, porque todos os anos falta alguma coisa. Quantos mais presentes conseguirmos ter debaixo da árvore de Natal mais amigos fizemos durante o ano, e mais amigos irão acompanhar-nos no próximo (ou não!). Quantos mais presentes conseguirmos colocar debaixo da árvore mais bonita fica aquela foto que vamos partilhar nas redes sociais. Afinal de contas, bolinhas e glitter só fica bonito no Natal.
Todos os anos, a história passa por isto. Todos os anos, passamos a ser uma espécie de monstro dos presentes. Queixamo-nos do sistema nacional de saúde, quando temos que fazer fila à porta do centro de saúde para conseguir vaga para o nosso filho que ficou doente. Mas, não nos importamos nada de fazer fila à porta do Continente, para aproveitar os 50% de desconto em cartão para comprar aquele presente que o nosso filho tanto pediu… E, para agravar a situação, ainda ficamos orgulhosos com isso: “eu fui o primeiro a chegar, fui logo a correr para o corredor dos brinquedos e consegui aquele brinquedo. Não percebo para o que aquilo serve, mas já só haviam 3 em exposição”. Que orgulho! Que orgulho acordar cedo, esperar horas na fila, correr como se estivéssemos numa maratona ou a fugir dos touros, nas corridas anuais de Espanha, só para assegurar que aquele presente é meu! Mas, se o meu filho precisar de uma consulta no centro de saúde, ai que custa tanto esperar… (Não estou a dizer que concordo com esta espera, mas é só para podermos comparar).

Todos os anos, questiono o verdadeiro significado do Natal.
Mas, é isto o Natal? É este Natal que queremos ensinar aos nossos filhos?
E aquela gratidão? O sentido de partilha? Ajudar o banco alimentar já se tornou tradição. Mas, não o faremos só porque “já está tão enraizado nas nossas tradições” e às vezes “quase somos obrigados a participar com algo porque nos espetam com a saca mesmo à frente dos olhos”? E aquela visita ao vizinho doente e acamado? Ou ao primo que vive longe e que ia ficar tão mais feliz com uma visita ou uma carta, ao invés de um telefonema, na noite de 24, meia hora antes do jantar, porque não tivemos tempo para o visitar mais cedo?
E aqueles amigos que vivem longe? Que tanta falta nos fazem, mas como os portes para presentes pesados fica carito, não lhes enviamos nem uma carta, porque os CTT fazem fila e é uma seca esperar. A estes, fica apenas a lembrança no nosso estado de facebook na véspera de Natal. Ah e tal, deixa escrever aqui no status “Feliz Natal a todos os meus amigos e familiares. Que tenham um excelente Natal, junto dos que mais amam”. Assim, a mensagem despersonalizada e geral serve para todos. E, mesmo que aquele familiar ou amigo não tenha visto, o “recado” estava lá. Ele é que não viu, e temos sempre a desculpa de “ah e tal, perdi o teu número e não tive tempo para te enviar uma mensagem privada…”
Quantos de nós nos empenhamos nesta corrida e busca incessante de presentes perfeitos, quando na verdade, esquecemos de preparar tudo o resto para a chegada do Natal?
Este Natal invertam as prioridades. Escrevam aquela carta ao amigo que vive longe. Visitem aquele familiar que não veem há anos. Subsituam os presentes por verdadeiras lembranças. E, aproveitem o tempo para cuidar de vocês. Aproveitem o tempo para pensar no que gostariam de receber este Natal. Aquela paz que tanto pedimos, se calhar está dentro de nós. Aquela saúde que desejamos, se calhar está na mudança de um hábito que só nos faz mal. Aquela felicidade que toda a gente idealiza, mas que parece só existir na vida dos outros, quando são os outros que conseguem partilhar milhares de fotos perfeitas durante o ano, se calhar, mas assim, só se calhar, está mesmo à vossa frente. Se calhar, está mesmo dentro da vossa casa, nas coisas que vos fazem acordar todos os dias, nas pessoas que vos cumprimentam todos os dias e naquelas que tanto vos pedem um tempinho ao longo do ano.
Por isso, fica o apelo: este ano, ofereçamos a verdadeira gratidão, com gestos, palavras ou até um abraço amigo.

Sejam muito Felizes e agradeçam!

sexta-feira, dezembro 15

A vida às vezes pede uma pausa

A vida às vezes pede uma pausa. Uma pausa para um café. Uma pausa para uma viagem. Uma pausa para cuidar de alguém. Uma pausa para cuidar de nós mesmos. Ou, simplesmente, uma pausa, porque fazer pausa às vezes faz bem.
Normalmente, a vida corre a uma velocidade tão assustadora que nunca há tempo para uma pausa. Eu faço parte do grupo de pessoas para quem fazer uma pausa estava sempre fora de questão. “Ah, não. Não posso parar, tenho tanta coisa para fazer. Ah não, para a semana. Ah não, depois disto prometo que faço uma pausa.” E, a verdade é que essa pausa nunca mais chegava. A verdade é que, dia após dia, o trabalho e as responsabilidades aumentavam… E, com isso, o meu grau de exigência face a cada nova situação aumentava, também.
Até que, um dia, vejo-me confrontada com a maior limitação de todas: a dor. Não era uma dor qualquer, era uma dor persistente, grande o suficiente para não desistir de mim, tal como eu desejava. Era uma dor que adormecia e acordava todos os dias comigo. Era uma dor, uma dor tão má, mas tão má, que só podia estar ali para ensinar-me algo.
Foi duro. Foi difícil livrar-me dela. Mas, consegui. Consegui, graças à coragem e determinação. Consegui, graças à ajuda de pessoas que gostam de mim, tanto ou mais do que eu mesma. Nunca, mas nunca, esquecerei todo esse processo. Foi um processo duro, mas talvez necessário. Foi um processo fundamental para que aprendesse o valor de uma pausa e tudo o que estas pausas, ausências ou distanciamentos nos ensinam…
Apesar de a primeira pausa ter sido provocada por isto, sei que as próximas pausas não serão impostas por algo externo. Porque aprendi. Aprendi que na vida, às vezes, precisamos mesmo de uma pausa. Uma pausa para cuidar do essencial. Uma pausa para cuidar dos nossos. Uma pausa para cuidar de nós. Ou, simplesmente, uma pausa para viver a 100%, longe de tudo e todos. Uma pausa para fortalecer os laços mais sinceros. Uma pausa para fortalecer os nossos valores interiores, os nossos sonhos ou simplesmente valorizar o nosso quotidiano.
Na reta final deste ano, eu sei que 2017 não será apenas recordado como o ano do nascimento da Estrela, que por si só já torna este ano inesquecível e especial. Será, também, recordado como o ano em que aprendi tantas lições, entre elas, que as pausas são necessárias. Mais vale a liberdade de comandar a pausa, do que perder a liberdade por imposição de uma.
Espero que vocês sejam capazes de usarem desse direito, que é só vosso.
Sejam muito Felizes!
Aproveitem o Fim de Semana e, façam uma pausa, se for preciso ;)



quinta-feira, dezembro 14

Press Play, again and again...

Tentei iniciar este post de várias formas. Mas, em nenhuma delas, as palavras saíam de forma poética e, por isso, desisti de querer um post todo catita…
Podia começar por explicar os motivos desta (nova) paragem. Podia começar por descrever quais são os planos para hoje e para o futuro. Ou simplesmente, podia partilhar convosco as decorações de Natal (devo ser das poucas pessoas que ainda não o fez). Podia começar de tantas formas, mas quero apenas começar com um pedido de desculpa! A quem? A vocês, que estiveram e estão sempre desse lado. A vocês, que me enviam mensagens a questionar se está tudo bem. A vocês que, simplesmente continuam a ter paciência para estas paragens (tão desnecessárias quanto necessárias). Prometo que pensei em vocês durante este tempo…

É inacreditável a velocidade com que o tempo passa. Os dias passam a voar, os meses a correr, e o ano passa com uma velocidade incrível. Já estamos com o Natal à porta e, não tarda, o ano novo. Com esta contagem decrescente cada vez mais próxima do fim, tento fazer os balanços do ano nos poucos momentos que me restam para pensar…

Este ano não poderia ter começado da forma mais maravilhosa de todas. Mas, mostrou-se tão mais desafiante do que alguma vez esperei.
Os testes à minha capacidade de auto-regulação têm sido enormes e constantes. Mas, apesar das dificuldades, sou persistente. Mantenho-me fiel aos meus princípios e aos meus objetivos.

E, fico feliz por ver que os meus amigos continuam fiéis a si mesmos e, claro está, a mim (ahah).
Obrigada a todos os que se preocupam comigo, a todos os que compreendem que a vida é feita por fases. Fases em que conseguimos dar mais do que receber, e fases em que simplesmente não conseguimos dar mais de nós do que as nossas prioridades e obrigações exigem.
Sei que é só uma fase e há-de passar.
Na verdade, só preciso de umas boas horas de sono… Ou quiçá, apenas três ou quatro horas bem dormidas por noite.

De qualquer das formas, o blog não podia terminar o ano sem dar notícias e, quiçá, partilhar mais umas quantas coisas convosco…

Espero que durante este tempo tudo esteja bem convosco e com os vossos…
Um ENORME OBRIGADA a quem continuou a passar por cá. Saber que tenho alguém desse lado deixa-me tão, mas tão feliz, que não há palavras nem formas suficientes para vos agradecer.

Beijinho e um abraço!

Sejam muito Felizes (ser Feliz é a única coisa que realmente importa nesta vida) ;)


Fonte

terça-feira, novembro 7

Até já!

A vida, às vezes, também precisa de pausas. Nunca o quis dizer. Mas, este ano tem-me demostrado que isso às vezes é necessário.
Volto em breve, assim o espero.
Até já!


sexta-feira, novembro 3

Decoração + DIY: 10 Almofadas do Batman

Por cá, andamos novamente numa onde de Batman. Um dia destes, explico-vos porquê. Mas, entretanto, cá ficam 10 ideias de almofadas bem bonitinhas com o tema Batman.
São perfeitas para quem quiser recriar... ;)

(Já vos disse que adoro pesquisar e este cantinho serve também para colocar as minhas ideias em ordem, correto? Mas, vá, volto a referir o mesmo e, cá ficam ideias que poderão ser úteis a alguém também ;) Por isso, se quiserem partilhar, estejam à vontade. Pode haver alguém vosso conhecido a quem estas ideias sejam úteis...)


Fonte 01

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Fonte 08
Fonte 09

Fonte 10


Bom dia!

Só porque nos faz bem.

quinta-feira, novembro 2

A sua primeira vez... na bicicleta!

As aprendizagens do Gabriel continuam. Não as consigo registar tanto quanto gostaria, mas agora a adrenalina é muito maior e o tempo reduzido.
No mês passado, o Gabriel aprendeu a andar de bicicleta sozinho.
Alguns pensarão: "ui, mas que coisa! ele não tem 8 anos?! só agora? Que grande conquista!"
Mas, o que importa é o que nós sabemos e por isso, aprender a andar de bicicleta ainda na sua primeira bicicleta é um grande feito!
Desde sempre, o Gabriel adorou andar de bicicleta. Andava com ela com as duas rodinhas de apoio, claro está. Mas, no momento em que as retiramos, ele ganhou aversão ao uso da bicicleta.
A verdade é que nunca o forçamos muito a praticar. Apesar de adorar bicicleta ainda é daquelas coisas que não está completamente enraizada nas nossas tradições de família.
Estes dias, o pai tirou algum tempo para o ensinar e motivar a andar de bicicleta.
Todos sabemos a importância que o pai tem nestas idades.
Claro está, que o Gabriel não quis dar parte fraca e fez de tudo para começar a andar sozinho.
Um dia, quando ele for mais velho, dirá certamente tudo aquilo que pensou sobre este processo. Agora, é demasiado novo para o fazer. (quem nunca guardou um sentimento de criança e só o partilhou em adulto?)
Entendo eu que ele ficou muito contente, porque atingiu um objetivo. Desde sempre, ele quis muito, mas o medo costumava ser maior que a coragem.
E, para que fique registado, também já deu a sua primeira queda sozinho.
Só não voou por cima da bicicleta, porque ficou preso por uma perna. Só um arranhão, nada de mais. Um arranhão que a água do mar ajudou a curar.

Gabriel, continuas a ser um menino maravilhoso.
Continua assim, a mostrar que não há medo maior que a nossa coragem e força de vontade.
Obrigada papá, por fazeres parte deste processo de aprendizagem (a mãe já tinha tentado, mas não teve sucesso).


Home: cama de casal

Ando com uma vontade tão grande, mas tão grande de mudar a decoração do quarto, que andei por aí a ver se me inspirava.
O que vale é que sou forreta, senão não havia espaço cá em casa para guardar tanta coisa... (ahahah) Ainda por cima estão em promoção na LaRedoute!

Selecionei quatro, mas há mais opções... Para ver o artigo, cliquem na imagem.

Não vos dá vontade de mudar de vez em quando?



quarta-feira, novembro 1

Porquê só no dia de todos os santos?

O feriado do dia de hoje é um feriado que não me diz muito, mas que me deixa a pensar em muita coisa...
Hoje devem ser lembrados todos aqueles que partiram deste mundo. Talvez por as minhas recordações deste dia não serem as melhores, não sou grande adepta deste dia.
Acredito que devemos lembrar quem partiu sempre que nos apetecer. E, dependendo da crença e vontade de cada um, devemos refletir e conversar com quem partiu deste mundo, no lugar onde nos sentirmos mais confortáveis para o fazer...

Sou muito das pessoas. Defendo muito mais a partilha e entrega enquanto estamos vivos. Detesto aquelas pessoas que passam a vida inteira sem darem valor a alguém e, nestes dias, só para mostrarem aqueles sentimentos que nunca tiveram, levam um ramo (o maior que havia na florista) para o cemitério.

Se morrer antes de vocês, não venham lamentar-se por não terem estado mais vezes comigo ou por não me ligarem mais vezes, ou por isto ou aquilo que na altura vos faça sentido.

Neste dia, devemos sobretudo lembrar-nos que a vida é mesmo efémera. De um momento para o outro tudo fica no mesmo local.
Por isso, devemos mostrar às pessoas que gostamos que estamos ali, sempre disponíveis para elas.

Aproveitemos este dia, a meu ver, triste, para agradecermos a nossa vida. Por agradecermos estarmos aqui, disponíveis para melhorar dia após dia.

Sejamos mais gratos, mais sinceros, mais abertos, mais positivos, mais amigos, ...

Que a reflexão de cada um de nós seja recordada todos os dias deste mês, e que saibamos colocar em prática todos os ensinamentos que a vida já nos deu...

Bem vindo, Novembro...

Novembro significa, para mim, o início da contagem decrescente para o fim do ano.
Sou tão incrédula, que começo sempre com a mesma pergunta "Como é possível já estarmos no fim do ano?" Como assim o ano está quase a terminar? Como assim já estamos em Novembro e daqui a nada é Natal?
OMG! O tempo voa! Tempo, dá-nos tempo para aproveitarmos ao máximo todo o tempo que nos deres...

Desejo um Ótimo mês para todos vocês!

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segunda-feira, outubro 23

Sobre as noites "mal acordadas"...

Hoje foi mais uma daquelas noites mal dormidas… ou melhor, uma daquelas noites mal acordadas. Fiquei mal acordada, a tentar não adormecer (não fosse a pequena atirar-se da cama). Desejei tudo e mais alguma coisa, menos estar naquele estado de sonambulismo, com um bebé colado à mama a noite toda. Verdade. As verdades são para ser ditas. Dado o estado de sono avançado (entenda-se “sono exagerado em estado de alerta”), o medo de deixar cair um ser tão belo existe e por isso, esta coisa da amamentação ser bela e maravilhosa também tem os seus momentos. Não me posso queixar muito deste tipo de noites. Esta foi mais uma a juntar-se à meia dúzia de noites que estive de olho semi-aberto (ou será semi-cerrado?!) a noite toda. Literalmente, a noite toda. Estou que nem posso. Não sei se sinto dores no corpo ou se já entrei naquela fase em que já nem sinto é nada. Só uma dor de cabeça, uma vontade enorme de não ter sono nas próximas 24 horas. Ah! E um desejo que a fome não ataque, porque o sono e a vontade de devorar tudo o que for comida aumentam de forma drasticamente proporcional.
Esta foi mais uma daquelas noites, mal acordadas… A pequena não sabia se dormia ou se ficava acordada. Acordada não lhe adiantava muito, porque a mãe não estava minimamente interessada em fazer-lhe companhia, daquela forma. A dormir também não queria estar. Estava curiosa demais para ver até onde a mãe aguentava o sono. Pareceu mesmo uma daquelas noites de tortura, tiradas de um filme de terror. OMG! Fui torturada pela minha própria filha?! Só que não!

Enfim… E, antes que o texto deixe de fazer sentido (se é que até aqui tem algum), vou parar por aqui e tentar, repito tentar, cochilar um pouquinho antes de ir trabalhar…


Boa Semana!

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quinta-feira, outubro 19

5 Origamis de Halloween

O Halloween aproxima-se.
Este ano, o Halloween será ainda mais especial.
No 3º ano, o Inglês é uma disciplina obrigatória e, como tal, o Halloween costuma ser assinalado a rigor.
O Gabriel adora assinalar esta data, não importa se é com disfarces, maquilhagem ou atividades.
Como adepta das atividades, já comecei a procura de atividades para ele.

Hoje deixo-vos com as pesquisas que fiz sobre Origamis de Halloween (bastante simples).
Por cá, apesar de não sermos peritos, somos muito fás desta técnica.
Vamos ver como correm as ideias que retirei da internet.

Partilho convosco. Aventurem-se connosco ;)


http://en.origami-club.com/halloween/index.html

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quarta-feira, outubro 18

Mais uma para a coleção!

A época da caça aos cromos já começou e por cá o tema FUTEBOL já faz parte do dia-a-dia.

Agora, a conversa é de cromos. Cromos para cá, cromos para lá. Ora porque saiu um cromo super raro, ou um emblema, ou um cromo repetido... Quando se pergunta como correu a escola, a resposta é sempre a mesma: O correu bem já é habitual, e acresce o número de cromos que fez: "troquei 5, um amigo deu-me um, agora tenho mais 1 do benfica, 1 do aves", e os outros não sei de quem, porque a meio do caminho já me perdi nas contas de cromos...

Se algum dia me cumprimentarem com um olá, e eu responder "olá cromo", não liguem. É porque cromo(s) tem sido, assim como quem não quer a coisa, a palavra que mais ouvi nestas duas últimas semanas.

Apesar de haver dias em que não aguento mais ouvir falar de cromos a cada duas frases sobre outra coisa qualquer, a verdade é que adoro este tipo de coleções. Deviam existir coleções de cromos com temas didáticos. Os miúdos ficariam muito mais inteligentes e com uma cultura geral fantástica!

Venham mais cromos!




terça-feira, outubro 17

Como assim, uma calculadora de sono perdido?!

Depois dos filhos, todos nós passamos pelo mesmo problema: o sono.
Uns mais do que outros, é verdade. Mas, ninguém escapa a uma ou duas noites mal dormidas.

A Rádio Comercial partilhou um site que estranhamente calcula o sono que já perdemos depois de termos sido pais.


É verdade. Basta colocarmos as idades dos nossos filhotes e o site diz-nos as horas, meses e anos de sono que perdemos.

Uma calculadora muito curiosa, com uma margem de erro enormíssima. Mas, perfeita para nos chamar a atenção para algumas situações mais ou menos caricatas que fazemos quando temos sono.

Pelos cálculos, eu já perdi 9 meses de sono.
E vocês? Quantos perderam?

Ahh! Para aumentar a vossa curiosidade em fazer as vossas contas, este site também estima quantas fraldas trocamos :) Eu já ultrapassei mais de 11800 e claro, não vou ficar por aqui. :)


segunda-feira, outubro 16

O drama repete-se!

Nem gosto de falar sobre isto. Mas, Portugal está em alerta. E não posso ficar indiferente. É revoltante ver as notícias, escutar o número de pessoas que ficaram feridas e perderam a vida.
É revoltante escutar as notícias e perceber que a parte verde do nosso país está a perder a cor.
É revoltante escutar este tipo de notícias pela segunda vez este ano, desta forma tão desastrosa.
É revoltante que continuem a haver incendiários e os bombeiros ainda têm falta de mecanismos para fazer frente a situações tão imensas.
Gostaria de ter uma sugestão, uma opinião mais favorável. Gostaria de ter a solução para esta problemática.
Infelizmente, não tenho, mas acredito que algures haverá algum entendido que saberá, ao certo, o que fazer.
Não são apenas algumas localidades que foram incendiadas. É Portugal inteiro que está a ser queimado.
Queimaram o nosso lindo fim-de-semana, queimaram milhares de sonhos. Ardem inúmeros lares e muitas memórias. Perdem-se vidas. Perdem-se vidas desta forma tão cruel.
Não existe pena que seja suficientemente justa para tamanha maldade.

Seja o que for que move estas pessoas. Seja o dinheiro, a diversão, a adrenalina, a aventura ou até a estupidez, o meu desejo é que caiam na sua própria armadilha. 

quinta-feira, outubro 12

Afinal...

Hoje acordei. Acordei tão bem disposta e cheia de energia que resolvi correr. Tomei banho e depois o pequeno-almoço. Ao vestir, ainda tenho tempo para admirar o meu guarda roupa. Há tanto tempo que não estava tão cheio, com toda a roupa no devido lugar, engomada e lavada. A Estrela dormia como nunca. O Gabriel preparou-se para a escola tranquilamente. Por isso, consegui fazer uma maquilhagem simples e ir ao portátil escrever um bocadinho. Fiz umas pesquisas, respondi a uns emails e quando dei por mim já estava na hora do almoço.
Tinha almoço do dia anterior, por isso, não tive que me preocupar. Apenas em colocar a louça na máquina. Depois do almoço, fui tomar café com uma amiga. Que saudades tinha dela. Conversámos tanto, mas tanto…
O Gabriel chegou a casa esfomeado, lanchou como se não houvesse jantar. O Cláudio trouxe o jantar e finalmente o dia estava a terminar da melhor forma possível. Estava tudo tão perfeito até que um som perturbou o que tinha acontecido. Aquele trimmmm não me sai da cabeça! Olho para o telemóvel: era o despertador! Afinal, tinha adormecido e aquele cenário maravilhoso não passara de um sonho!

Há sonhos assim… Este é um daqueles sonhos que, por vezes, vivemos acordadas, na esperança de dias mais simples, em que a energia e o tempo jogam a nosso favor.
Este sonho não foi meu. Tenho dormido tão pouco que não tenho conseguido sequer chegar ao estádio do sono que me permita sonhar.

Mas, quem me manda fazer filhos bonitos em vez de dorminhocos?! Ahah

Claro que apesar de dar muito jeito que o dia-a-dia fosse mais simples, de comprar tudo feito, há muito mais valor nas coisas quando são feitas por nós próprios.

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quarta-feira, outubro 4

Sobre o dia que mudou a minha vida…

Podia descrever esse dia como se fosse hoje. Podia relatar cada acontecimento e cada sentimento como se os estivesse a reviver. Apesar de ainda não estar preparada para partilhar tudo o que se passou, precisava deixar escrito algo sobre este dia. Sei que, aos poucos, terei capacidade para tal.
Esse dia será para sempre um grande marco na minha vida. Já se passaram 9 anos. A minha trajetória enquanto pessoa mudou aí. Tudo o que eu era e o que vivia deu lugar a novas coisas e a uma nova pessoa. Não foram uma decisão nem uma mudança fáceis. Foi uma decisão tão difícil quanto necessária. Talvez a mais difícil de todas, mas a única que me daria tudo o que eu precisava. Sei que se voltasse atrás, faria tudo exatamente da mesma forma. E isso deixa-me muito tranquila e feliz.
Vivo a vida que escolhi, com quem escolhi. Apesar das consequências que daí advieram, sempre tive ao meu lado o meu grande amor, o meu porto de abrigo. Não imagino a minha vida de outra forma nem a imagino sem ti.

Sempre que penso nesta mudança, sinto-me a pessoa mais feliz do mundo. Obrigada, vida, por nos colocares à prova tantas vezes e por em todos os desafios, nos manteres lado a lado, tal como naquele dia.

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terça-feira, outubro 3

Outubro

Já hoje é dia 3 e eu nem dei por ela. Quer dizer, dar até dei, mas a Estrelinha ainda não me permitiu cumprimentar o mês de Outubro em condições.

Setembro já se foi. Entre uma constipação e várias noites mal dormidas, tudo o resto terminou bem.

Temos um sorteio para terminar, o do canal do Youtube. Quero pedir-vos desculpa pelo atraso, mas a verdade é que com a Estrela adoentada e eu sem dormir, não tenho conseguido gerir tudo...
Amanhã o resultado estará disponível e, com ele, a programação do canal.
Prometi novidades e elas virão...

Aproveitei uma sestinha rápida da Estrela para vos dizer qualquer coisa. Queria dizer-vos muitas coisas mais, mas não quero abusar da sorte (porque hoje até adormeceu, coisa que não acontecia há uma semana...) e por isso, vou ficar por aqui.

Desejo-vos um Excelente mês de Outubro. E, espero ver-vos por aqui mais vezes ;)

Beijinho e sejam muito felizes!

Fonte

terça-feira, setembro 26

Há os dias bons e os outros dias...

Como queria que tudo fosse um mar de rosas. Como queria que todos os dias, todos os meus desejos se realizassem, todos os meus objetivos fossem cumpridos.
Como eu queria que todos os dias a energia estivesse carregada e o sono só aparecesse de madrugada.
Como eu queria acordar sempre bem disposta e mesmo de cara lavada transparecesse boa disposição.
Como eu queria... Mas, não quero.
Mas, prefiro ser gente. Gente que tem dias bons e tem outros dias também.
Prefiro ser gente que ri e tem capacidade para chorar.
Prefiro ser gente bem disposta, mas que também tem os seus momentos de mau humor.
Prefiro ser gente que acorda fresca e fofa, mas também com aquela sensação de atropelo noturno.
Prefiro ser gente e usufruir de todos os sentimentos. Afinal de contas, o arco íris só aparece depois da chuva e o céu fica mais brilhante depois da tempestade.

Apesar de reclamar, gosto disto. Sobretudo quando a causa passa por ter noites e dias controlados pela(s) criatura(s) mais linda(s) deste mundo <3 <3 <3

Amanhã é um novo dia. Já se foram dois nesta semana. Fazer o quê?
Até amanhã!

Fonte


sexta-feira, setembro 22

Tenho uma irmã, e agora?! #2

Da saga "Tenho uma irmã, e agora?!"

Agora, olha, aguenta-te firme!

Bem.. firme aguentaria o Gabriel se a mana fosse mais fácil de adormecer. Firme, aguentaria o Gabriel, se a escola não começasse tão cedo, todos os dias...
Firme, aguentaria o Gabriel, se fosse despachado a jantar...

Estes dias, instalou-se o caos: choro de uma, falta de apetite de outro. Uma mãe, a ficar com os cabelos em pé. Um pai em trabalho. A mãe, na sua eterna boa vontade pensou "vou só ali adormecer a mais nova e já volto para fazer companhia ao mais velho". Pensar a gente pensa bem, porque pensar não custa. Às vezes dói, mas não custa nada pensar em duas ou três coisas. Um dia a gente acerta. Mas, não foi desta que a coisa correu como pensado.
A mais nova é pior que a mãe para adormecer. Aliás, qualquer pessoa é, neste momento, pior que a mãe para adormecer. Porque, coitada da mãe, adormece em qualquer cantinho, a qualquer hora. zzzzzzzz Ooops, desculpem, mas aproveitei e já fiz um cochilo mesmo aqui :)
Continuando... O cenário manteve-se por uma boa meia hora (ou mais, porque no meio de um cochilo e outro perdi a conta ao tempo). A mais nova adormece, finalmente! Vou ter com o mais velho, na esperança de ainda o acompanhar à cama. Chego à sala de jantar e nada de Gabriel.
Vou ao quarto e nada de Gabriel. Vou ao wc e nada de Gabriel.
Aí lembro-me que, por azar, nesse dia não tranquei a porta de entrada! Entro em desespero, começo a chamar (não gritar, para não acordar a mais nova) "Gabi, Gabi, onde estás? Onde estás?..." E, continuo à procura pelo resto das divisões. Neste momento, o meu coração já estava meio cá fora com a adrenalina, meio parado, lá está, para manter a calma e acreditar que nada passaria de uma brincadeira parva!!
Entretanto, no meio da procura, tento descobrir qualquer parte do corpo escondido e qual não é a minha felicidade quando o descubro escondido na mesa de jantar. Uffa! Pensei eu, ele escondeu-se. Mas, ele continuava ali, sem se mexer. Aproximo-me, e descubro uma sopa mal comida e um rapaz deitado todo torto, sobre duas cadeiras.
Bonito serviço, menino Gabriel.
Lá o ajudei a chegar à cama, naquele estado embriagado de sono.
E, claro, ficou avisado que mais vale não comer a sopa (porque na verdade já não a come) e deitar-se, se este cenário voltar a repetir-se.
É claro que nos dias seguintes nunca fui deitar a mais nova sem assegurar que o mais velho já estaria confortavelmente deitado na cama. A sorte é que em tempo de escola, ele adormece mais rápido e por isso, ainda estou a começar a dar a mama e já o oiço a ressonar...

Vida de mãe não é fácil, mas sejamos sinceros, vida de irmão também tem que se lhe diga...


Bem vindo, Outono!