quinta-feira, maio 26

Aprender os números: jogo dos peixinhos

Hoje trago um jogo que partilhei em 2020.

Lembram-se deste? :)


Acredito que a forma como apresentamos determinado tema às crianças promove o seu envolvimento futuro. Aqui, iniciamos a exploração dos números. Sem grandes pressões, criamos a oportunidade para aprender a contar, a organizar os números, a identificar e a associar os números à quantidade. Ao mesmo tempo, praticamos motricidade fina, coordenação óculo manual, entre outras que não são tão óbvias pela imagem.

Por aqui, está na hora de voltar a utilizar este jogo, mas de forma adaptada à nova fase. Partilho em breve de que forma :)






quarta-feira, maio 25

Sim, eles crescem! Aproveita e viagem e cresce também!

 

Sim, eles crescem. E mais rápido do que julgamos.

Sim, eles crescem. E muito mais do que imaginamos.

Sim, eles crescem. E começam a questionar tudo o que lhes ensinamos.

Sim, eles crescem. E começam a refletir sobre tudo o que lhes mostramos.

Sim, eles crescem. E felizmente, nós temos a oportunidade para crescer também.

Por isso, não fiquem parados no tempo, evoluam também.

Eles crescem e aprendem tantas e tantas coisas. Não fiques parado e estuda também.

Eles crescem e questionam sobre o mundo. Faz o mesmo, duvida das tuas respostas e questiona o que sabes, também.

Eles crescem e querem explorar o mundo, testar novas teorias. Não assumas que não resultam, junta-te a eles e vai descobrir o resultado, também.

Eles crescem e adquirem a sua própria opinião. Não te julgues soberano e escuta a verdade que sentem no coração.

Eles crescem porque não bloqueiam. Porque observam em vez de olhar. Porque questionam em vez de aceitar. Porque escutam ao invés de só quererem falar. Porque experimentam ao invés de negar. Porque continuam a acordar todos os dias e a sentir a mesma ânsia de viver.

Eles crescem porque a vida é deles. Não vivas como se a tua não fosse tua, também.

Eles crescem. É verdade. E ainda bem. Aproveita e viagem e cresce também!




Barbie HACKS #1

 Olá!

Hoje partilho convosco algo que nunca partilhei: alguns DIY que fizemos por cá, para brincar com as barbies.

Utilizamos coisas muito simples e não perdemos muito tempo a decorar.

Ficou perfeito para o efeito e resultou em muitas horas de brincadeira.

As imagens falam por si: 









terça-feira, maio 24

Aprendi tanto contigo.

Aprendi tanto contigo.

Aqui, 4 anos de ti. 4 anos de mim. 4 anos de nós.

4 anos de um novo e mais puro amor.

Contigo, superei tudo. Superei a perda, a dor, a mágoa, o luto. Contigo nasci de novo. Contigo, ao meu lado, percebi o que era este amor incondicional. E foi contigo que aprendi o que ser mãe é na realidade.

Crescemos juntos. De mãos dadas, enfrentamos o mundo. Superamos alguns dos mesmos medos. Não teria sido capaz sozinha. Nunca teria sido capaz de me superar sem te ter primeiro.

Dizem que os filhos nos escolhem. Eu não sei se compreendo a vida assim. Mas eu sei que tu nasceste para mim. Nem mais nem menos. O meu menino. O primeiro. O que mudou todo o rumo da minha história. Ou o que me deu uma.

Será sempre impossível dizer que vieste para satisfazer um sonho antigo. Tu vieste para me dar um novo sonho e fazê-lo perdurar. O sonho de ser mãe, e a este papel me entregar.

 

Que todas nós, mães, possamos recordar a nossa história no mundo da maternidade sempre pelo início. Que possamos recordar a importância de ver nascer um filho. Que possamos aproveitar a oportunidade de sentir de novo as mesmas coisas, a cada ano; de viajar no tempo e de voltar a sentir o mesmo brilho no olhar. Que possamos recordar sempre as coisas boas, as que alimentam a nossa força e nos fazem desejar continuar a melhorar. Mesmo quando as noites são um desafio, ou os dias queimam e eles teimam a, sem intenção, nos magoar. Que possamos reviver e recordar o que eles são para nós, o porquê de termos prometido a nós mesmas, lá no começo da nossa história conjunta, estar presentes em todos os momentos, os bons e os exigentes. Que nos possamos recordar do quão maravilhoso é este papel, que nos permite amar de verdade, como se nada mais existisse para além deles.