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quinta-feira, junho 16

Estás preparada para o parto? Claro que não!

 

“Estás preparada para o parto?” – Esta foi uma das perguntas que mais me fizeram durante a gravidez do Gabi. Uma jovem mamã, com carinha de bebé. Era óbvio que iriam perguntar. Mas… Eu nunca respondi de forma objetiva. Tentei sempre fugir, mas dentro de mim havia aquela vozinha que gritava "Parto? Como assim? Claro que não!"

 

A gravidez do Gabi foi maravilhosa. Apesar de não ser imune à toxoplasmose e ter feito um esforço redobrado para não adquirir nenhum problema (e passar para o bebé), tudo foi feito com muito cuidado. Conversei imenso com o Gabi, cantei imenso, partilhei todos os momentos do meu dia-a-dia com ele.

Ele acompanhou-me em todas as fases e em todos os momentos em que tive medo. Ele foi o meu foco e o motivo para eu focar-me nas coisas boas da vida.

Se, por um lado, ele foi um elemento protetor para tudo o que vivi, também era o único elemento que não podia “proteger-me” do medo do parto. Afinal de contas, ele teria que sair. Teria que sair por algum lado, fosse de que forma fosse.

 

Sei que hoje em dia as grávidas fazem planos de parto, descritos com rigor e precisão, sem deixarem escapar nenhum pormenor. Há 13 anos atrás nem se ouvia falar sobre isso.

Mas tenho a dizer, eu fui a grávida que não fez plano de parto algum (e talvez voltasse a ser, oops).

Era tanto o medo do parto que evitei falar sobre esse momento durante toda a gravidez. Eu sabia que esse momento iria chegar. Mas, ao contrário da maioria não queria pensar sobre isso. Tinha medo, pavor, horror! Acho que tremia só de pensar. Ficava aflita quando alguém abordava o assunto e era quase obrigada a pensar. Por isso, para mim, a solução foi “ignorar”.

Sei que pode parecer ridículo, sobretudo hoje em dia, em que a informação circula com facilidade e parece quase impensável ir para um bloco de partos sem pensar sobre o parto.

Mas, sabem uma coisa? Dizem que a ignorância nos permite ser felizes. E eu preferi viver assim.

 

No entanto fiz o que me competia, o que tinha à disposição. Completei a preparação para o parto que a maternidade oferecia, preparei-me com a informação necessária. Mas não pesquisei nada mais do que isso. As minhas preocupações estavam focadas em coisas que eu podia controlar, como a alimentação que podia ingerir, os perigos que devia evitar. O parto não. Não podia controlar e se me debruçasse sobre o assunto não iria controlar o meu nervosismo também.

 

Muitas foram as vezes que me questionaram sobre o parto, se me sentia preparada, e eu sempre rejeitei explorar esse assunto.

(E ainda dizem que sou corajosa, ahah).

 

A verdade é que o Gabi nasceu. :) 

Mas sobre como correu conto depois.

 

Contem-me vocês, tiveram medo do vosso primeiro parto? O que fizeram para superar esse medo?

Ignoraram como eu ou tentaram saber tudo e mais alguma coisa para se sentirem preparadas?




terça-feira, janeiro 11

A gravidez não é só sobre doar o corpo...

 

A gravidez não é só sobre doar o corpo. É também sobre aprender a doar tudo o resto. É aprender a doar o corpo e a mente.

 

É aprender que o corpo muda mediante diferentes fases de vida e que a imagem de corpo perfeito não se prende a uma cintura bem definida.

É aprender que as marcas no corpo não são nada mais do que isso: marcas. Marcas que representam partes da nossa história. Marcas que descrevem memórias, boas ou menos boas, mas todas elas memórias. E nós não somos muito mais do que isso: somos feitos de memórias que se intensificam na mesma medida que as emoções.

 

Mas estar grávida não é só sobre o corpo. Estar grávida é aprender sobre o mundo ao redor. É deixar de olhar para o próprio umbigo e aprender a relativizar.

Estar grávida é a primeira grande lição de vida. É aprender a inverter papéis. É aprender a ser a principal e, muitas vezes, a “única” responsável por alguém bem mais importante do que nós. É perder a importância e ficar feliz por isso. É passar a ser secundária, mesmo continuando a ter um papel principal.

É começar a aprender que nem tudo importa e que é bom deixar o foco mudar.

É aprender sobre o tempo. É aprender que o tempo é volátil e que tudo é passageiro. É aprender a contar em semanas e, é também aprender que o tempo voa mais depressa do que o julgamos. E passa bem mais rápido quando já se tem pelo menos um filho por perto.

Estar grávida é aprender sobre finanças e perceber que o dinheiro se esgota. É aprender a fazer escolhas e aprender a simplificar.

Estar grávida é ter a oportunidade de redefinir amizades. As mais fortes querem fazer parte da próxima fase.

Estar grávida é aprender sobre astronomia e começar a contar as fases da lua.

Estar grávida é aprender que nem sempre somos capazes, é aprender a lidar com limitações. Seja pelos sapatos que demoramos mais tempo a calçar ou pelas meias que ficam difíceis de enfiar. Seja pelas noites em que nos levantamos 10 vezes para fazer xixi, seja pelas noites em que não conseguimos sequer dormir. Seja pela sesta que passa a ter valor, seja pelo peso e cansaço que, às vezes, causa dor.

 

Estar grávida é um processo que requer dedicação.

 

É o primeiro grande processo durante o qual aprendemos a parar, a observar, a sentir e a contemplar.

É aprender sobre a vida e sobre a maior de todas as formas de amar.

 

 


 

segunda-feira, junho 14

A gravidez do Gabriel foi mágica

É um misto de sentimentos rever a gravidez do Gabriel. Aliás, é sempre um misto de sentimentos rever qualquer gravidez, não é mesmo?

Vou tentar resumir algumas memórias, algumas das que mais marcaram essa fase:

Eu não estava preparada para engravidar. Não sabia nada de nada, não tinha planeado o corpo nem a mente para essa transição. Mas o Gabi veio ocupar o lugar mais especial da minha vida. E assim que o vi e ouvi na primeira ecografia eu sabia que ele seria a minha primeira grande missão nesta vida.

A gravidez foi muito tranquila. O primeiro semestre foi marcado pelos típicos enjoos, controlados a comprimidos. E o último trimestre foi marcado pela azia e pelas dificuldades em dormir (nada de muito anormal). Mas foram sintomas que encarei como normais (não saber muito sobre um determinado assunto ajuda a encarar o momento sem ansiedade em relação ao futuro).

O meu maior medo era o parto. Ficava ansiosa quando me perguntavam sobre o parto, se já tinha pensado sobre ele. Deveria pensar? Na minha cabeça era muito confuso pensar sobre aquele momento de expulsão. Não queria pensar. Preferia deixar andar.

´Como continuei a estudar, as minhas colegas de curso foram um GRANDE APOIO. Foram completamente incríveis! Não sei como explicar, mas recordo cada uma com tanto carinho. O carinho que colocaram na minha gravidez e no nosso futuro bebé TO foi incrível. Elas preocupavam-se comigo, queriam fazer festinhas na minha barriga, saber sobre o bebé que estava a gerar-se dentro de mim… Eu sentia que vivia num mundo encantado, onde tudo era bom. (Se alguma colega desse tempo ler isto, saibam que serei eternamente grata por todo o carinho. Obrigada!)

Durante esse ano de curso aprendemos tudo sobre o desenvolvimento infantil. E foi aí que encontrei a minha maior fonte de informação. Eu sabia sobre as causas perinatais, as pós natais e tudo o que podia impactar no desenvolvimento do meu bebé. Então levei a missão a sério e fiz tudo o que pude para que corresse bem. Apesar de saber que existiam coisas que não podia controlar, eu queria manter a consciência tranquila de que fizera a minha parte.

A minha barriga demorou para aparecer. Talvez só a partir do 4 ou 5 mês se começou a tornar mais saliente. Eu continuava ativa, sem implicações ao nível da mobilidade. Estendia roupa em cima dos bancos (a minha sogra estava sempre a dizer para estar quieta, para não arriscar. Mas quem me conhece sabe que é difícil parar). Era um ser humano que se estava a gerar dentro de mim. E eu estava tão grata por isso. Era impossível parar, eu tinha vida a dobrar.

Conversava com ele todos os dias, a sair de casa, durante o trajeto para a faculdade, a chegar a casa, ao anoitecer… O Gabi transformou mesmo o meu novo mundo.

E apesar de todas as dificuldades, medos, angústias e dúvidas que existiam, o bebé Gabi era a minha paz. Eu precisava de me manter calma para o bem dele. Eu precisava de o proteger de tudo o que estava a acontecer. Eu precisava mesmo de crescer.

Foi mesmo mágico. E eu só podia (e posso) agradecer por ter tido a oportunidade de ter vivido esta primeira gravidez desta forma.




quarta-feira, janeiro 20

Na sala de partos... Finalmente NASCEU! [Relato de parto - Parte 3]

Sala de partos. 12 de Janeiro de 2017.

Seria mais uma grávida à espera da hora certa para dar à luz. As enfermeiras entravam e saíam da sala, para preparar coisas e perceber se faltaria muito tempo para chegar a minha vez.

Não posso confirmar certos pormenores (há coisas que a memória apagou), mas recordo-me que cheguei à sala de partos com mais do que a dilatação suficiente para levar epidural.

As contrações começavam a ser cada vez mais intensas e dolorosas. Mas fui combinando com a médica o melhor momento para a administrar.

Epidural dada, permaneci imóvel à espera que fizesse efeito. O tempo passava, as contrações aumentavam e não havia forma da epidural “pegar”. Comecei a ficar nervosa e preocupada. Na primeira gravidez foram necessárias 2 epidurais para fazerem o efeito necessário (a primeira só retirou a dor em metade do corpo).

Esperei e nada. Era necessária nova intervenção. Após conversar com a médica anestesista e de lhe explicar tudo o que podia influenciar (uma alteração anatómica ao fundo da coluna) ela decidiu, com a minha autorização, experimentar algo diferente: uma anestesia. E lá experimentamos. Nada de novo. Nova tentativa: mais uma anestesia. Continuava igual, com as dores das contrações e agora sim, mexia com dificuldade as pernas. Tinha feito efeito mas não o efeito pretendido.

Enquanto este vai e vem de testes e experiências para perceber o porquê da epidural não fazer o efeito desejado, as contrações foram aumentando cada vez mais. O trabalho de parto estaria para breve e eu só me lembro de pensar como iria aguentar. A dor era forte demais, e talvez, o desespero, também. Afinal de contas, tanta descontração e respiração para nada. Estava a custar muito mais do que da primeira vez. Não sei como aguentam as mulheres que dão à luz sem epidural. É necessária realmente muita força e preparação mental para ser capaz de aguentar sem fraquejar. É impossível não sofrer. Não recordo as dores nem lá perto, mas recordo-me que no momento senti que sofri. De verdade. E para isso não estava mesmo preparada. Começavam a faltar-me as forças e até pensei que podia desmaiar. Mas queria a todo o custo aguentar. É incrível o poder que a nossa mente tem não é? Quando nos preparamos para algo conseguimos dar conta, mas por outro lado, quando os planos falham, ficamos desesperados sem saber o que resultará dali.

Sem tempo para mais, porque estava quase no máximo de dilatação, lá fui para a segunda epidural, em local diferente, para atenuar a dor para o momento da expulsão (a fase final do parto).

E aí… Uma nova dor. A dor da tão terrível manobra do “empurrão” na barriga. Doeu. Muito. Muito mais do que qualquer contração. Sentir aquela agressão sobre mim e imaginar o quão prejudicial podia ser aquele movimento para o bebé meteu-me imensa confusão. Mas, naquele estado, prestes a dar à luz, não fez sentido reclamar. Não me recordo ao certo se perguntei o porquê daquilo. Talvez sim. Por norma questiono tudo. Só me recordo que a lembrança da dor física da contração passou depois do parto, mas esta não. Esta sensação de dor perdurou por muito tempo.

 

A Estrelinha estava a chegar e lembro-me das primeiras palavras da enfermeira parteira: “vai ser vaidosa, vem com um colar”. Asfixiei novamente aí. Como assim? Com o cordão enrolado? Mas e o perigo? Questionei como? De que forma? Como estava a bebé? E recordo-me que me acalmaram dizendo que tinha muito espaço, estaria com a folga suficiente. E acalmei um bocadinho, mas nunca o suficiente para conseguir recuperar.

 


A Estrelinha chegou e foi logo para o meu peito. E aquele contacto pele a pele fez-me  comprovar de que tudo estava, ainda, para começar.

Foi um parto e tanto. Cheio de histórias. De aprendizagens. Mas convenhamos, a vida não é toda ela assim?

Depois de nascer, ficamos por ali, a apreciar a nossa menina. A nossa Estrelinha, finalmente nascera.

 

Nos próximos relatos irei contar-vos um bocadinho dos primeiros dias e fazer um apelo, pela saúde das mulheres no pós parto.



quarta-feira, janeiro 13

O momento antes do nascimento... [Relato de parto]

Esta é a minha última foto grávida.

Depois de perder o rolhão mucoso fiquei em estado de alerta. Ultimei os preparativos para o caso da Estrela decidir nascer. E fui tomar banho antes de dormir. Tomei banho, lavei o cabelo e relaxei tudo o que pude. Eu sabia que estava para breve. Mas ao mesmo tempo não queria acreditar. Na realidade, nem pensar. Para não stressar.

Deitei-me, mas pouco dormi nessa noite. As contrações começaram bem leves de madrugada. E fiquei de vigília, atenta a cada uma, a tentar assimilar o quão incrível é o poder do corpo humano. Estava ansiosa quanto bastasse, mas feliz e tranquila. Fiquei acordada, a analisar cada contração, na esperança de perceber a evolução.

Pela manhã, bem cedo, avisei o Clau que estava com contrações e que talvez fosse o dia da Estrela nascer.

Preparamo-nos para sir de casa com calma e naturalidade, porque nestas situações nunca se sabe. Levamos o Gabi à escola, como se fosse um dia normal. E fomos para a maternidade. Para ser analisada.

Chegamos lá e fui chamada para triagem. Fizeram-me a análise das contrações e o tão temível toque para perceber quantos centímetros de dilatação teria. Na realidade, não me recordo quantos tinha, mas nitidamente estaria em trabalho de parto. Não se sabia quanto tempo demoraria. Mas seria necessário aguardar para perceber a evolução.

Esta foto marca o momento em que saí dessa sala para vestir a famosa túnica. Teria que passar a uma nova sala, para ficar sob observação.

Aqui, as contrações já seriam algumas. Recordo-me de, durante a caminhada, tinha que parar de vez em quando para respirar fundo e continuar. Apesar daquele receio normal, estava tão tranquila. Com esperança de que tudo fosse simples.

Com o Gabi correu tudo muito bem. Apesar da epidural não ter atuado bem à primeira e ter que levar uma nova dose, acreditava que desta vez não seria igual.

Estava muito entusiasmada e feliz. Afinal o grande momento estava mesmo para chegar!




quinta-feira, setembro 3

Como contamos a gravidez da Estrela...

Era o aniversário do maridão. Reunimos amigos e a família para um jantar. Há algum tempo que a possibilidade de emigrar se colocava em cima da mesa. Preparei um textinho, como tantas vezes faço, e demos a notícia desta forma:

(Acho que conseguimos enganar a maioria, ahah)


"Às vezes, precisamos perder o medo, deixar as dúvidas de lado e arriscar.

Às vezes, precisamos deixar para trás o que nos prende, deixar para trás o que nos dificulta de avançar.

Só vivemos uma vez. A vida é curta demais para vivermos presos a medos, a planeamentos e esperanças que tardam em chegar. Nós queremos viver da forma mais simples, feliz e realizada possível. Queremos olhar para o futuro e ter noção de que tudo fizemos pelo bem do Gabriel, pelo nosso bem.

E, por isso, há algum tempo que temos uma decisão tomada. Sabemos que vamos mudar a nossa vida, e a vida do Gabriel não será mais a mesma.

Mas, chegamos a uma altura em que a mudança é necessária, em que precisamos procurar o que nos faz falta, e deixar que a vida nos traga dias ainda melhores.

Estes tempos de paragem têm sido para mim, tempos difíceis. Mas, com eles, aprendemos a valorizar ainda mais as pequenas coisas da vida, a valorizar ainda mais as coisas simples, como o amor, a amizade, a dedicação, a união, no fundo, a felicidade.

E esta existirá sempre, esteja onde estivermos. Sabemos que os amigos verdadeiros nunca os perderemos, e a família, essa será sempre nossa, da mesma forma.

Muita gente já passou pelo mesmo. Temos consciência de que os primeiros tempos serão de adaptação, e que as coisas poderão não ser fáceis. Mas, queremos muito que dê certo, e por isso, vamos fazer de tudo para nos adaptarmos a esta mudança.

Para onde vamos? Vamos para onde já muitos foram. Iremos, mas não tencionamos retornar.

Nos dias de hoje, tememos pelo futuro do Gabriel, queremos dar-lhe o melhor, e que ele seja mais feliz ainda. Tememos esta mudança, mas acreditamos que ele será ainda mais feliz. Acreditamos que lhe fará bem mudar e deixar de ser filho único.

Por isso, hoje, queremos dizer-vos, que não partiremos pelo menos, nos próximos 9 meses, mas quem sabe, depois disso...

Se o fizermos, não partiremos a três, mas a quatro, pois acreditamos que assim, estaremos completos o suficiente para mudarmos o que tiver que ser mudado.

Com isto, queremos apenas dizer, que o Gabriel não será mais filho único, passará a irmão mais velho. E, esta mudança só lhe fará bem.

Obrigada por estarem connosco. E acreditarem nesta mudança tanto quanto nós J




Obrigada a todos que estiveram presentes. E a todos os que continuam a estar (mesmo que à distância, o carinho e amizade que sentimos por cada um de vocês permanece sempre.)

quinta-feira, setembro 27

Algo especial...


Na vida, somos conduzidos por paixões, alimentamos sonhos, traçamos objetivos. Quem me conhece bem sabe que sou uma pessoa que se atira de cabeça, que age com o coração. Mas, no corre corre do dia a dia, nem sempre consigo dar vida aos meus planos. Os meus meninos serão sempre o meu primeiro plano. Mas, volta e meia, volta a vontade de fazer acontecer coisas que me fazem bem... Uma delas, que me deixa muita saudade, é o canal do youtube. Ele ainda está lá, à espera, quem sabe, do dia em que irei conseguir alimentar esse bocadinho de mim...
Para quem não o conheceu, deixo-vos um dos vídeos mais lindos que partilhei convosco: o dia em que o Gabriel descobriu que ia ter um irmão (neste caso uma irmã)  LINDO DEMAIS! 



quarta-feira, maio 9

Sessão Fotográfica Grávidas - Com o Filho Mais Velho

De vez em quando, bate a saudade da gravidez. Apesar dos dilemas com os quais temos que lidar, é uma das fases mais especiais da nossa vida.
Hoje, partilho convosco algumas ideias para fotografias com o filho mais velho.
Alguma grávida de segunda viagem por aí?
Beijinhos*


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terça-feira, dezembro 19

Sessão Fotográfica Grávidas - Para o casal

Às vezes dá uma saudade tão grande da barriga de grávida. Apesar de desejar ter a Estrelinha no colo, nesta última gravidez, aquele sentimento de não tencionar engravidar novamente, deixa-me com uma saudade maior...
Para as gravidinhas, principalmente para as que pretendem registar fotografias sem recorrer a um fotógrafo profissional, deixo algumas inspirações de fotografias a fazer em casal.
Registem o maravilhoso momento de terem um ser a crescer dentro de vocês. É incrível demais <3


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terça-feira, março 7

Mala de Maternidade do Recém Nascido [Youtube]

Olá,

Hoje trago-vos um vídeo com os itens que levei na mala de maternidade da Estrelinha.
Mais um vídeo que estava guardado na gaveta. :)


segunda-feira, março 6

Quando a barriga começa a atrapalhar… [Gravidez]

Ainda estou a tirar assuntos da gaveta, por isso, hoje deixo-vos com um texto que escrevi durante a gravidez. Acredito que existem mais que passam o mesmo que eu. A barriga é bonita, já tenho saudades dela, mas houve dias em que custou tanto o peso e dimensão... Mas passaria por tudo novamente só para ter a Estrela nos meus braços. :)

A gravidez avança, está na reta final e mesmo assim, a minha opinião sobre esta gravidez, quando comparada com a do Gabriel mantém-se. A gravidez do Gabriel foi bem mais tranquila. Podem dizer que me esqueci das coisas menos agradáveis da primeira gravidez, que já passaram alguns anos e esqueci-me… Mas, diga-se o que se disser, não me esqueci nem um pouco da gravidez dele. Quer dizer, esqueci apenas algumas explicações de alguns exames. Mas, aquilo que vivi na gravidez dele está bem guardado na minha memória. E foi uma gravidez abençoada!
Desta vez, as coisas não são tão assim…
Há dias em que me canso de ter a barriga grande. Não pela barriga em si, que isso eu adoro! Adoro olhar-me ao espelho e focar o olhar na barriga. Imaginar no incrível fato de gerar uma vida dentro de mim é algo maravilhoso. Mas, tirando essa parte boa, há dias em que a barriga me chateia. Detesto não ser capaz de fazer tudo aquilo que quero. Detesto tentar fazer alguma coisa e não conseguir. E, todos os dias deparo-me com um desafio tão simples como calçar umas meias, apertar uns sapatos. Mas, apesar de tudo, posso orgulhar-me de só ter pedido ajuda uma vez para calçar a meia do pé direito. J Apesar de tudo, lá arranjo uma posição que me permite fazer tudo isso.
Por outro lado, há dias em que a barriga não é nada prática. Andar de carro com o peso da barriga não tem sido muito fácil. Há dias mais fáceis do que outros. Mas, quando penso que uma semana antes do Gabriel nascer, fomos de carro até Madrid, visitamos Madrid de fio a pavio em 3 dias e regressamos de carro sem me queixar, fico mesmo frustrada! Desta vez, não aguentaria nem metade do percurso, quanto mais acrescentar à viagem a visita de três dias a uma cidade, sempre a andar a pé!
Há outros dias em que a barriga me chateia, porque me dificulta em tarefas tão pessoais, como a higiene. Há bastante tempo que não lavo os pés com a escova, por exemplo. Às vezes até penso, de forma caricata, que no momento do parto vou de meias só para não mostrar os pés (ahahah).
Estas são as 3 situações mais complicadas com as quais me tenho deparado mais vezes, ultimamente.
Enfim... Dramas de grávida, que grávida não os tem?

38 semanas de uma nova vida <3


segunda-feira, janeiro 9

Cuidado com a mãe, que a bebé está a dormir!

De há uns tempos para cá, são cada vez mais as mães, e muitas vezes as mães bloggers que partilham desabafos sobre as visitas ao recém-nascido.
O nascimento da nossa Estrelinha está perto. Durante os últimos tempos tenho refletido bastante sobre esta questão.
Na verdade, sinto uma enorme diferença desta gravidez para a gravidez do Gabriel e, por isso, reforço algumas das coisas que já foram ditas por aí…
Escrevo este texto com base em tudo o que li e, como sei que estas preocupações não são exclusivas, mas sim comuns a tantas outras mães, não tenho receio de nada do que irei escrever…
E, por favor, nada de ficarem sensíveis, porque sobre a sensibilidade haveremos de falar… ;)

SOBRE OS PALPITES QUE TANTO NOS PERTURBAM…
Na primeira gravidez, sentia-me uma pessoa completamente inexperiente, muito mais recetiva a comentários ou palpites.
Durante estes 7 anos, já li tanta coisa, já convivi com tantas outras mães, que não estou disponível para aceitar comentários ou conselhos.
Se na primeira vez, acreditava que existia uma fórmula mágica para tudo, desta vez, sei que a única fórmula capaz de resolver todos os nossos dilemas se baseia em algo muito simples:
MÃE + PAI + MANO MAIS VELHO = CUIDADOS À BEBÉ ó
ó PAZ = TRANQUILIDADE = NOITES BEM DORMIDAS = HARMONIA
Tudo o que for um acrescento a esta fórmula provocará um desequilíbrio. Por isso, meus caros, poupem-se a chatices comigo (que hoje em dia sou muito mais pronta nas respostas) e poupem-nos a nós, também.

A INVASÃO DA PRIVACIDADE…
Na primeira gravidez, não tinha crítica sobre tanta coisa… Desta vez, a minha crítica aumentou. Não é uma crítica má, é uma crítica baseada em conhecimentos, em experiências. Mas, desta vez, por favor, poupem-nos a invasões.
Quem nos quiser visitar, tem os nossos contactos. Não custa nada dar um toque, enviar uma mensagem: COM ANTECEDÊNCIA, por favor!
Mas atenção: a nossa casa continuará a ser o nosso espaço, PRIVADO! Não façam da nossa casa a vossa casa.
Claro que aqui fico descansada, porque sei (pelo menos acredito, ahah) que as pessoas com quem convivemos são pessoas conscientes.

O BEBÉ É MEU…
Outra coisa que me custa imenso, - e ainda mais porque sei que nos primeiros tempos a sensibilidade andará no seu expoente máximo – é esta coisa do “bebé ser meu”. O bebé é meu, do pai e do mano. Não pensem que só porque viram a barriga crescer ou fazem parte disto ou daquilo, o bebé também é vosso. Quer dizer, pensar até podem (também não quero controlar tudo!!), mas não ajam como tal!
O bebé é nosso. Por isso, esqueçam esta coisa de “queres que te vá ajudar a tomar conta da bebé?!”, “Queres que fique com a bebé?”, “Queres que pegue nela ao colo?”, “Queres que lhe mude a fralda?” NÃO QUERO, NÃO! Obrigadinha, mas a bebé é minha! E, se há coisa que sabia que ela precisava era de: COLO, MAMA, TROCAR FRALDAS, ATENÇÃO, E MAIS COLO, E MAIS MAMA, E MAIS FRALDAS E MAIS BANHO.
Por isso, não, não quero que tomem conta da bebé por mim. Quem tem que a aproveitar somos nós ou vocês? Ah! Bem me parecia, que para esta não tinham resposta…
Agora… Se me perguntarem: queres que vá aspirar a casa? Queres que vá fazer o jantar? Queres que vá engomar roupa? Aí, já podemos conversar…
Ah! E quanto ao mais velho. Não deixará de ser nosso filho, pois não?! Por isso, calma aí. Se precisarmos de ajuda, nós sabemos pedir, e a quem pedir.
Obrigada. De nada!
É verdade, sou uma mãe galinha, ajo como uma mãe galinha, sou uma mãe piquinhas e quero continuar a ser. É um dos meus objetivos para este ano e para o resto da vida. Podem criticar à vontade, podem pensar mal de mim, mas se era meu objetivo ter um filho, cuidar dele era muito mais. Nunca na vida conseguiria agir de outra forma. Um bebé dá trabalho? Dá. Um bebé retira tempo para outras coisas? Retira. Um bebé precisa de muita atenção? Precisa. Mas, estou super preparada para tudo isso. Venham as noites mal dormidas, o cansaço, e tudo o que fizer parte do percurso deste bebé. É meu, e isso basta! J

SOBRE AS FOTOS AOS BEBÉS…
Outra coisa que me mete confusão são as fotos. Infelizmente, praticamente toda a gente tem um telemóvel com câmara integrada. Por terem tal funcionalidade, acham-se no direito de captar momentos. Acho muito muito bem que o façam. Mas, POR FAVOR, peçam, está bem?
E, se o permitirmos, não abusem. Uma coisa é tirar uma foto e guardar para recordação vossa. Outra, completamente diferente, é tirar uma dúzia de fotos e partilhar publicamente. Não o façam, por favor.
E, mesmo que eu o faça, não pensem que têm o mesmo direito. Dos meus filhos partilho o que quero. Porque são meus. Porque sou a pessoa responsável por eles.
Vocês não. Por isso, esqueçam as partilhas de fotos dos meus meninos.
Eu também já tirei fotos? Claro que sim! Mas, sabem onde estão? Guardadas, bem guardadas J

Por hoje, isto é o suficiente.

Qualquer dúvida estarei sempre disponível para conversar. Mas, sejamos sinceros, há conversas que toda a mãe dispensa…

quinta-feira, janeiro 5

terça-feira, janeiro 3

O bebé tem um irmão!! => Cuidados a ter nas visitas

Este é um assunto muito delicado. Do qual tenho consciência que já errei, também. No entanto, como sou das primeiras pessoas no meu grupo a passar pelo nascimento do 2º filho, os erros não foram assim tantos quanto isso.



Mas, fica de alerta: por mais que queiram saber como correu o nascimento, como está a bebé, por favor, lembrem-se, em primeiro lugar, do menino que me tornou mãe: o Gabriel.

Ele estará sensível, tal como eu. Aliás, ele já anda sensível. Ele sente todas as mudanças. Ele sente que a atenção já não é só dele. Há mais alguém, aqui dentro, a quem os papás dão atenção. Há mais alguém, aqui dentro, a quem as outras pessoas dão atenção. Há mais alguém, aqui dentro, que chama a atenção em locais públicos. Mais do que ele.
Por isso, é normal que ele ande sensível. Ele teve toda a atenção só para ele, durante 7 anos. Ele não sabia, nunca pediu ou imaginou que teria um outro ser para dividir atenção. Pontualmente, pediu um companheiro, mas para brincar com ele. Nunca pediria se imaginasse que a atenção seria para dividir, ou então, na pior das hipóteses, nunca pediria se imaginasse ficar sem a atenção das pessoas à sua volta…
Por isso, é muito importante repensarmos sobre a nossa atitude em visitas a bebés com irmãos.

O mano mais velho lembrar-se-á de todas as visitas e telefonemas, ao contrário da mana. Ele conhece-vos há tantos anos. E, possivelmente, foram poucas as vezes que vos ouviu ligar ou visitá-lo apenas a ele… Não é justo que o façam por alguém que não conhecem, que nunca viram. Não é justo.

O mano mais velho lembrar-se-á de todos os presentes, miminhos, carinhos ou cartas que lhe possam oferecer. A bebé não. Não terá o mesmo valor para ela.

O mano mais velho continua a ter vida própria: continua a ter escola, amigos, atividades extra. Continua a gostar de jogos e desenhos animados.

Cingir as questões a perguntas como “Então, como está a mana?”, “Então, já mudaste a fralda à mana?”, “Então, gostas da mana?” é cingir toda a vida dele a um novo ser. Não o façam, por favor. Interessem-se por ele, pelas coisas dele. Ele continuará a ser ele, com um papel extra, é certo. Mas, para ele, nesta fase da sua vida, é muito mais empolgante conversar sobre o que ele fez na escola, nas atividades ou no seu tempo de lazer.

Outra das questões que gostaria que evitassem são as do tipo: “Tens ajudado a mãe e o pai?”, “Tens cuidado da mana?”. Estas são questões que não são da responsabilidade dele. Com o tempo, ele irá definir o seu papel de irmão mais velho, de cuidador, de ajudante nisto ou naquilo. Mas, ele está contente por ter uma mana, alguém para partilhar momentos. Não está preparado para ser ajudante ou cuidador, antes de tudo o resto. Ele continua a ser criança. Apesar de mais velho do que ela. Ele continua a querer brincar, a querer descansar, a precisar do seu tempo e do seu ritmo.

Uma última questão que é sensível é a “Precisam de ajuda com o Gabriel?”. Raramente, foram as vezes que precisamos de ajuda. Já precisamos, sim. Infelizmente, já houve momentos em que foi praticamente impossível conciliar horários entre nós os dois e precisamos de ajuda. Mas, lá está, foi pontualmente, muito raramente (felizmente!) e quando aconteceu, soubemos pedir ajuda.
Por isso, desta vez, não será diferente. Claro está, saberemos a quem pedir, quando precisarmos. Não forcem ajuda na frente do Gabriel. Ele não o entenderá da mesma forma que nós, e pode sentir que agora que tem uma mana, precisa de cuidados de outras pessoas…
Não queremos isso, pois não?

mamã Lu

Bom dia, Sono

Esta noite foi longa. As insónias voltaram em força e tinham tanto, mas tanto para conversar, que só consegui adormecer à hora do padeiro passar.

Mas, antes sono que outra coisa qualquer. Apesar de sono ser, para mim, sinónimo de doença, vamos lá ver como me aguentarei de pé.

Enquanto não dormia, aproveitei para escrever algumas coisas que queria. Assim, mesmo que este dia não renda muito, não há problema, porque a noite foi uma boa companheira...



quinta-feira, dezembro 29

Sobre esta coisa de dar prioridade…

Afinal, em Portugal, o bom senso pode comprar-se?
Até há uns dias atrás, uma simples ida ao supermercado tornava-se mais cansativa na caixa de pagamento do que nas compras em si.
Mas, de um dia para o outro o cenário inverteu-se radicalmente: os portugueses mudaram mesmo de atitude!!
Esta semana fui algumas vezes ao supermercado, fazer compras pequenas. Nesta fase da gravidez custa bastante carregar muita coisa ao mesmo tempo. De todas as vezes que me aproximo da caixa ouvem-se logo as pessoas na fila “pode passar à frente”,quer passar à frente?”, “tem prioridade”, e os funcionários que muitas vezes pareciam desatentos às filas, agora estão de olhos bem abertos: “pode passar”, “tem prioridade em qualquer caixa”. Acordaram todos agora, foi?!
Ninguém me pediu opinião, mas sinceramente acho isto completamente RIDÍCULO!!
A primeira vez que entrei no supermercado desde que a lei ameaçou o pagamento de uma multa, a minha resposta para o funcionário foi: “a quantidade de multas que já deveriam ter sido pagas…”.
É verdade. Em todas as idas anteriores ao supermercado, foram imensas as vezes em que as pessoas fizeram de conta, em que os funcionários não quiseram saber, em que pessoas praticamente correram para passar à frente. Felizmente, e para não me chatear, prefiro sempre pensar que elas terão menos tempo de vida do que eu, e por isso, é normal que queiram despachar-se (um pensamento ridículo, talvez, mas o único que permite que não me incomode).

Neste último mês, o cansaço tem sido muito e uma ida às compras é, por vezes, a única coisa produtiva que sou capaz de fazer durante um dia inteiro. Por isso, agradecia que houvesse bom senso desde aí. No entanto, o bom povo português só funciona quando falam em dinheiro. Ah, se corremos o risco de pagar uma multa, vamos lá ficar atentos e cumprir o nosso papel. As multas chamam a atenção de qualquer pessoa. Concorde ou não com a lei, até a pessoa mais matreira é capaz de ficar atenta a quem se aproxima da fila.

É triste, é muito triste que seja necessário este tipo de leis para que o bom senso comece a ser praticado. Digo praticado, porque na maioria dos casos ele continua sem existir. Não é de um dia para o outro que as pessoas mudam os seus valores. Não é um de um dia para o outro que as pessoas começam a preocupar-se com os outros. Não é de um dia para o outro que as pessoas começam a ter em atenção certos grupos, por serem mais frágeis, suscetíveis, o que lhes queiram chamar. Muito menos, é de um dia para o outro que as pessoas deixam de pensar primeiro nelas para pensarem primeiro nos outros. Não venham com tretas, que esta coisa da prioridade deixa-me mesmo muito irritada.

Fico tão chateada com isto, que resolvi partilhar convosco algumas experiências que tive até a semana passada.
As piores de todas passaram-se sempre no Pingo Doce. Aquela caixa prioritária, que mais parece uma caixa de atendimento rápido, raramente teve em atenção o tamanho da minha barriga. Se ela estivesse assim tão pequena, até compreenderia, mas infelizmente não foi por isso que, na maior parte das vezes, fiquei na fila à espera da minha vez! Vocês podem questionar-se: “podias pedir para passar à frente”. Poder até podia. Mas, das vezes que pedi - e só o faço quando estou mesmo cansada -, as pessoas da fila e até os funcionários ficam a olhar de uma forma como se pedir prioridade fosse um exagero, como se pedir prioridade fosse algum facilitismo ou um favor. E, muito sinceramente, prefiro que guardem os favores no bolso, mesmo que a lei me defenda.
O único local onde sempre fui considerada prioritária foi no Lidl. Aí sim, não tenho nada a dizer sobre os funcionários, pois normalmente são eles que chamam para passar à frente.
Sobre o Continente, a minha opinião divide-se entre as grandes superfícies e as pequenas. Nas grandes superfícies nunca tive qualquer problema. Por outro lado, nas superfícies mais pequenas nunca vi sequer a caixa prioritária aberta.
No Jumbo, houve duas situações desagradáveis: uma vez, uma pessoa fez de conta que não me viu, mas a funcionária chamou-me para passar à frente, e ficou resolvido. A pessoa deve ter metido o orgulho no bolso. A última aconteceu no final da semana passada. Para evitar percorrer o supermercado e depois voltar para o lado oposto, onde tinha o carro estacionado, fiquei na caixa mais próxima da saída. O tempo de espera foi tanto, mas tanto, que só não adormeci ali, pendurada no carrinho de compras por sorte!

Enfim… Espero que estas tenham sido as últimas más experiências, quer para mim, quer para quem precisa mesmo da prioridade.
Por isso, um bem-haja a quem se lembrou de falar em multas. Só isso faz com que as leis sejam mesmo cumpridas.

De tudo isto, apenas tenho pena que tenham mudado de atitude, mas os valores continuem iguais.